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Internet das coisas pode chegar ao varejo brasileiro já em 2015

Loja na Vila Madalena, em SP, promove experimentação da novidade, que deve impactar o mercado em 2015

18.dez.2014

Em breve, o processo de decisão de compra de produtos em uma loja não será mais como antes.Dentro de alguns anos, os consumidores serão reconhecidos por pequenos objetos conectados à web, afixados dentro das próprias lojas, que poderão oferecer ofertas, informações ou até mesmo mapear o percurso dos clientes dentro da loja física. Conhecidos como beacons, esses aparelhinhos já estão no mercado há algum tempo – a Estimote apresentou em setembro os seus Nearables, beacons autoadesivos que poderiam ser responsáveis pelo monitoramento e notificação de diversas atividades.

Aos poucos, essa conectividade vai chegando também ao varejo, e o mercado brasileiro poderá ser impactado por essas inovações logo no ano que vem. Para demonstrar como a tecnologia dos beacons funciona, a YDreams instalou em SP, na Vila Madalena, uma espécie de showroom da novidade. Na Loja Ao Vivo TV, os visitantes poderão experimentar uma exposição de produtos equipados com beacons, que são pequenos dispositivos rádio transmissores, que usam conectividade via Bluetooth Low-Energy, para enviar informações contextualizadas aos smartphones habilitados.

Além dessas informações enviadas aos smartphones dos clientes, os beacons também permitem mapear o movimento dos consumidores dentro da loja, um tipo de big data bem interessante, que pode ser utilizado pela equipe de marketing em um momento posterior. Ações promocionais ou de degustação também podem ser programadas de acordo com o interesse do cliente, e até mesmo museus, centros culturais e exposições podem implementar a tecnologia, que passaria a funcionar como um guia do local.

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Quem quiser conhecer a tecnologia pode passar na Loja Ao Vivo TV, que fica na rua da Harmonia, 661, na Vila Madalena, em SP. A exposição dos beacons e do seu uso no varejo vai até o dia 21 de dezembro.

Comente

  • Massa que tá escrito EVOKE errado HAHAHAHAAHHAHA

  • Bruno Guimarães Reis

    Colocar beacon na conta pra saber onde tá indo meu dinheiro neste fim de ano.

  • Fábio Collares

    Galera, isso já existe no varejo há um bom tempo em Porto Alegre e a empresa que implementou a tecnologia se chama TagPoint.

    Abraço!

  • Ricardo Silveira da Silva

    Para quem ainda não conhece, essa tecnologia já chegou ao Brasil e tem nome, chama-se TagPoint. Uma das ações foi na Black Friday do Moinhos Shopping. https://www.youtube.com/watch?v=6ppGYA1Nd6w

    • Thomas Turbano

      Horrível

    • Vontade de bater a cabeça na parede até desmaiar.

  • Beacons, o proximo QR Code.

  • Patrícia

    Esse comercial dos adesivos me deixa agoniada com como “simplesmente viver” poderia ficar incrivelmente complicado com tecnologia.

    Agora, sério, estão tentando nos vender a ideia de que sermos 100% rastreáveis (acho q hj somos uns 80%, mais ou menos) e disponíveis a receber anúncios será algo legal. Por favor.

    Nos anos 2000 com o boom da internet ~visionários~ disseram: “teremos internet nas nossas geladeiras!” Algus modelos foram criados e as pessoas acharam perfeitamente inúteis.

    Agora temos a “Internet das Coisas”. Sério, quanto a mais estamos dispostos a pagar pra que nossa geladeira nos diga o que está faltando em casa? E se mudarmos nossa dieta, como diremos isso a ela? Somos tão imbecis assim pra viver?

    Enfim, essa porcariada toda vai servir pra mais algumas modinhas idiotas de marketing que serão massificadas e, depois, esquecidas.

    • Yuri Matheus Gomes

      Muito interessante sua opnião Patricia. Porquê você acha que complicaria nossa vida?

      Eu sou dono de uma empresa de tecnologia que busca a simplicidade na tecnologia para os nossos usuários como você e respostas como essas nos ajudam a melhorar e a criar produtos melhores, agradeço a resposta.

      • Patrícia

        Olá Yuri.
        Minha reticência com excesso de gadgets é que muitas vezes eles criam problemas que não tínhamos. O Google Glass, por exemplo, parece muito divertido, mas a verdade é que ele pode acabar distraindo o usuário. Imagine o quanto não é arriscado circular em áreas públicas distraído.
        As “geladeiras conectadas” iriam acrescentar a esse simples eletrodoméstico a necessidade de consertar seu computador interno, colocar chips de memória, à troco de quê? De lhe fornecer anúncios de supermercados quando você quiser fazer compras?
        É tão complicado assim pegar um lápis e um papel e anotar o que precisa? Vamos “evoluir” ao ponto de ficarmos completamente inúteis se faltar luz ou ficarmos sem acesso à Internet?
        Finalmente; essa coisa toda é tecnologia pra criar mídia; o objetivo é vender. Anunciar. Fazer de cada minuto das nossas vidas, uma oportunidade de venda de algum produto. Ainda que não nasça assim, quase que inevitavelmente se torna isso.
        Me parece uma realidade sufocante.
        Mas, talvez eu esteja apenas ficando velha e ranzinza.
        Boa sorte, e abraços!

  • Pedro Inzaghi

    Olá!

    Olhem outro uso legal de beacon: https://www.youtube.com/watch?v=guhjdeFcg2I

  • Erico

    Dêem uma olhada
    http://www.flashbuy.com.br