ONU Mulheres ensina o caminho para “chegar” sem forçar a barra no Carnaval

Fluxograma da paquera usa bom humor por mais respeito às mulheres

11.fev.2015

Na contramão da polêmica campanha de Skol (leia mais aqui), as Nações Unidas lançam uma sobre o Carnaval, época em que o xaveco está liberado e incentivado, mas em que “não” continua significando “não”.

Com foco na rapaziada, a peça – um fluxograma com potencial ~viral~ nestas redes sociais que tanto gostamos, em JPG e vídeo – reforça que “chegar” não significa forçar a barra e que dá para se divertir do mesmo jeito (ao contrário daqueles que afirmam que o mundo anda tão chato hoje em dia).

“Como festa de rua, o carnaval é o momento em que as pessoas se relacionam e se permitem a viver com intensidade. Esse clima precisa ser mantido para mulheres e homens. Por isso, a campanha entra no clima da diversão e propõe práticas que respeitem os limites dados pelas mulheres, como propõe a Plataforma de Ação de Pequim que completa 20 anos neste 2015.”, explica Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

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Acompanham a campanha outras peças que estão sendo divulgadas pelo Facebook, estas voltadas às mulheres:

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Assinam a campanha as Nações Unidas, com coordenação da ONU Mulheres Brasil e apoio institucional das Secretarias de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) e do Município do Rio de Janeiro (SPM-Rio). A criação (pro bono) é da Propeg.

O B9 e este articulista desejam um bom carnaval aos leitores-foliões, reforçando o tópico do respeito às mulheres. Deixamos aqui outras recomendações da ONU: Procurar serviços de apoio em caso de constrangimentos e crimes, como o Ligue 180 (Central de atendimento à Mulher), e usar camisinha se o xaveco rolar.

Comente

  • Ze Midja

    Devia mandar esse link pra Skol aprender como se faz campanha de carnaval…

    aliás, que agência é dona da conta da Skol?

  • Chrystian Rafael

    E se isso ocorrer com um homem, também á valido, ou ai é “viadagem”?

    • 01

      Você quer dizer, se ocorrer 0,00000000000000000000000001% dos casos justamente com você, você tem sim o direito

    • Henrique

      Se acontecer com o homem e ele se sentir constrangido, ele pode sim denunciar.

  • Caio Henrique

    “Foi paquerada?” >>>> “Não” >>>> “o bloco segue” kkkkkkkkkk mto bom

  • Até parece que,uma mulher se lembrará disso,quando estiver chapada de tanta cerveja ou outras drogas.Porque se vão para os bailes de carnaval,é exatamente para curtir.

    • J. Mariana

      Cada um curte como quiser e ficando com quem quiser.

      A forma com uma pessoa se diverte não dá a ninguém licença para assediá-la. Isso se aplica tanto para homens quanto para mulheres.

  • Brunno

    Direitos iguais não favorece um dos lados e sim ambos.

  • Rodrigo

    Interessante, mas se contradiz em não citar a necessidade de proatividade das mulheres. A sugestão de que o homem faça todo o jogo da sedução sozinho e a mulher se mantenha em um papel passivo AINDA é um reflexo enraizado do machismo. Essa diferença de empoderamento perpetua o estigma machista, e me surpreende que ninguém tenha percebido isso no desenvolvimento da campanha.

    • mascaradoll

      Verdade, a campanha é machista e só visa reforçar esse tipo de esteriótipo.

    • luizyassuda

      Vale o quote da ONU Mulheres: Como festa de rua, o carnaval é o momento em que as pessoas se relacionam e se permitem a viver com intensidade. Esse clima precisa ser mantido para mulheres e homens. Por isso, a campanha entra no clima da diversão e propõe práticas que respeitem os limites dados pelas mulheres, como propõe a Plataforma de Ação de Pequim que completa 20 anos neste 2015.

      O que isso quer dizer? Quer dizer que chega quem quiser em quem quiser. Mas, como há chances MUITO maiores de um approach violento partir de um homem para uma mulher e não o contrario, a campanha apresenta um foco.

      • Rodrigo

        Na real, é justamente por isso que eu enunciei o machismo velado presente na campanha – a qual é tão subentendida em papéis sociais que eu acredito que mesmo a própria realizadora não tenha percebido.

        O conceito de que o homem sempre deve ser a força ativa que toma a iniciativa na sedução e à mulher cabe um papel de passividade também é uma construção social mantida pelo machismo. Isso afeta negativamente ambos os gêneros. O machismo gera aos homens pressões e exigências extremamente nocivas aos que não se enquadram nos padrões esperados.

        Pressões sociais, frustrações sexuais e sentimentos de inadequação fortalecidos pelo pensamento machista são as coisas que podem incentivar homens EXTREMAMENTE covardes a tomar atitudes extremamente covardes, tal como o “forçar a barra”. É uma atitude lastimável e injustificável, e justamente o que a campanha luta para solucionar!

        Os conceitos de que “é o homem quem corre atrás” e que “a mulher fica ali, esperando ele vir” são construtos arcaicos completamente machistas que empoderam os homens e fortalecem esse tipo de comportamento abusivo e insistente. Enunciar a iniciativa pela mulher a dá poder, e é algo tão essencial que eu não consigo compreender como isto foi omitido do fluxograma. Dizer a elas para só esperarem (e responsabilizarem) os homens pelo resultado de todas as abordagens é uma atitude conivente com o preceito machista que diminui as próprias mulheres.

        A busca por igualidade e a diminuição de abusos é uma luta que definitivamente vale a pena ser lutada. Mas não dá pra fazê-lo por base de contradições e mantendo os mesmos comportamentos!

        • luizyassuda

          “O conceito de que o homem sempre deve ser a força ativa que toma a iniciativa na sedução e à mulher cabe um papel de passividade também é uma construção social mantida pelo machismo.” – eu entendo a preocupação, mesmo. Mas a peça não defende que seja do homem a necessidade de “chegar”. Defende que o homem chegue o faça direito.

          Novamente: o foco aqui é contra o approach violento, contra o constrangimento, que afeta – com dados alarmantes – muito mais as mulheres do que os homens.

          Para que todos – homens, mulheres e transgêneros – divirtam-se numa boa, chegando ou sendo chegados como bem entenderem.

          • Rodrigo

            Eu só acredito que faria um bem danado à imagem e à proposta da campanha. Ao omitir o papel da mulher como uma figura proativa em suas propagandas, fica um verdadeiro vácuo, e dá a sensação de papéis pré-designados instransferíveis e antiquados. A mulher é MUITO mais do que alguém que só tem que ficar parada, olhando e sorrindo a distância. A ideia de diminuir o abuso de poder é justamente em traze-lo ao balanço. Dar à tocha a mulher é garantia de também lhe dar valor e respeito. (:

            Estava aqui agora mesmo conversando com uma amiga que compartilhou a matéria de vocês no Facebook e ela estava falando exatamente a MESMA coisa! Ela sentiu falta da figura da mulher proativa também. Às desenvolvedoras: só acredito que a campanha teria o de crescer acolhendo essa ideia. Fica a dica!

          • Erica Nóbrega Campos

            A campanha visa ressaltar o respeito, e não a cantada em si. Ela não diz quem tem q chegar em quem, mas visa diminuir uma possível violência por parte do homem que não respeita o não feminino. Além de incentivar as mulheres que se sentem constrangidas, à fazer uma denúncia.
            Eu tenho amigas que não tem essa grila de “ai, é o homem que tem q chegar primeiro”, se elas tão afim elas dão espeço e chegam de boa, mas muito marmanjo por aí não tem a finessé de chegar numa boa, com o devido respeito, percebendo se há o interesse pela outra parte.

          • Rodrigo

            Se o intuito de fato é esse, é uma pena: fizeram uma campanha que só vai atingir o cara que já é respeitoso e a garota que já o espera. Porque o cara sem finésse não vai ler isso; e se lesse, não ia se importar. Porque o cara sem finésse faz isso “porque pode”, devido ao tanto de poder que lhe é dado por eras e eras de machismo histórico enraizado. Um machismo triste que, quando conivente, não se questiona o porquê; só se conforma que é, por que é, e assim é. E o monstro perambula.

            Acho uma verdadeira pena. Uma campanha com tanto potencial, se limitando a ensinar como se proteger do perigo ao invés de como reverter o perigo. Paciência.

          • luizyassuda

            Não acredito que a falta de um cuidado para expandi-la a invalide. Posso concordar que o troglodita não vai ser totalmente atingido, mas alguns ela pode fazer pensar. E, no caso de quem se sentir assediado, o recado também está claro: ligar e denunciar.

            De qualquer maneira, seus pontos são válidos, mas num mundo em que publicidade geralmente presta desserviço, essa faz algo bastante positivo, não?

          • Rodrigo

            Num todo, é positiva, sim. Principalmente pra mulher que desconhece seus direitos em caso de assédio. Mas se tirasse o machismo ficaria bem, bem melhor.

          • Ruth

            Menos bláblá e mais ação. Se vc achou tão ruim a proposta deles porque
            não oferece uma melhor?? Criticar é fácil quero ver fazer melhor!!!!

    • Jéssica

      A campanha é contra a violência a mulher no Carnaval. Tem dois focos: o do homem que chega na mulher e a mulher que sofre uma abordagem violenta (e a estimula a denunciar).

      Não tem o lado da mulher chegando no homem porque nesse caso ela não estaria sofrendo uma abordagem violenta. Aí se depois o cara resolver atacar uma mulher que chegou nele, ela entra no segundo perfil da campanha. Não vi machismo não.

      • mascaradol

        Exatamente, por isso a campanha nem leva em consideração o perfil de um homem sofrendo abuso por parte de uma mulher e por isso acaba reforçando o papel ativo do homem e perpetuando um esteriótipo masculino de violência. Por isso é machista.

        “Não tem o lado da mulher chegando no homem porque nesse caso ela não estaria sofrendo uma abordagem violenta”.

        Eu entendo que a campanha é voltada para mulheres, mas o problema é como representa o perfil masculino, consolidando um esteriótipo masculino de agressividade como também da mulher passiva. Se a campanha se propõem levar em consideração os direitos de todos, por que não representar o homem também como uma possível vitima?

        Experimente fazer um teste e se colocar no lugar de um homem vendo essa campanha: Imagina que você é um homem olhando essa campanha, a primeira percepção é ver seu sexo exposto com um comportamento violento, claro você sabe que isso acontece, mas o problema é que a contra parte NUNCA é mencionada, e você também sabe que acontece, isso acaba deixando você bastante triste, e começa a duvidar dessa suposta igualdade.

        No final das contas a campanha é bastante machista por perpetuar um comportamento de esteriótipos de gêneros.

    • Patrícia

      Caríssimo, a campanha é focada em mulheres recebendo cantadas pq quando mulheres dão essas cantadas, elas dificilmente agridem um cara por tomar um toco. Ou seja, SIM, o problema infelizmente está do lado de vocês, não fique apontando isso ou aquilo pra tentar dechavar.

      Vc não se sente envergonhado, como homem, que tenham que fazer campanhas e inforgráficos pra explicar a você o significado de não?

      Sério.

    • Mia Teixeira

      A campanha é pra impedir a violência contra as mulheres no carnaval. Mulher (normal, não-louca) nenhuma ataca e obriga um cara a ficar com ela ou beija-o à força, se ele não quiser. É bloco que segue.

  • Mascaradoll

    Campanha completamente machista, igual ou até mais que da Skol, afinal por que o homem tem que chegar na mulher?

    • luizyassuda

      Vale o quote da ONU Mulheres: Como festa de rua, o carnaval é o momento em que as pessoas se relacionam e se permitem a viver com intensidade. Esse clima precisa ser mantido para mulheres e homens. Por isso, a campanha entra no clima da diversão e propõe práticas que respeitem os limites dados pelas mulheres, como propõe a Plataforma de Ação de Pequim que completa 20 anos neste 2015.

      O que isso quer dizer? Quer dizer que chega quem quiser em quem quiser. Mas, como há chances MUITO maiores de um approach violento partir de um homem para uma mulher e não o contrario, a campanha apresenta um foco.

      Mas quem diz isso é a ONU. Eu apenas concordo :)

      • Mascaradoll

        “Mas, como há chances MUITO maiores de um approach violento partir de um homem para uma mulher e não o contrario”

        Eu entendo perfeitamente isso, mas o problema é como falei, ela nem se propõem em desconstruir o perfil masculino, isso acaba perpetuando o machismo mais do que se imagina, afinal ela representa um esteriótipo de violência, e reforça o papel PASSIVO, da mulher.

        Veja como é contraditória, uma campanha que deseja que a mulher seja ATIVA em denuncias e qualquer abusos do carnaval, representa seu sexo com um comportamento PASSIVO diante dos outros. Enquanto o homem ali representado como um ser ATIVO que desconhece os limites das mulheres, se torne PASSIVO diante dessas circunstancias do carnaval.

        É completamente absurdo, não faz o menor sentido.

        • luizyassuda

          Faço a mesma pergunta que fiz ao outro comentarista: é completamente absurdo mesmo? A campanha só presta desserviço? Eu também queria viver nesse mundo em que se aceita que qualquer gênero seja ativo ou passivo conforme bem entendam, mas até lá eu tenho um problema bem grave, que sim acomete mais mulheres que homens. Então, a campanha continua sendo absurda? Não fazendo o menor sentido? Ela pode não ser perfeita, mas passa longe das nhacas usuais do mercado publicitário… E só por isso já merece meu respeito.

          A campanha foca o approach violento. Há mulheres ativas no xaveco que chegam violentamente? Sim. Mas a ponto de comparar em quantidade com o approach violento dos homens? Jamais! A campanha lembrar que ela deve denunciar abusos E usar camisinha E também poder colar como ela bem entender perde o foco…

          Acho bem exagerado isso ser “completamente absurdo” e “não fazer o menor sentido”. Mas segue o jogo.

          • mascaradoll

            Sim. Mas a ponto de comparar em quantidade com o approach violento dos homens? Jamais!

            Então aquela campanha da Skol, que incentiva o comportamento masculino de esquecer o “não”, não deveria ser banida afinal ela só está reforçando um comportamento masculino NATURAL, não é?

          • luizyassuda

            Vá me perdoar, mas isso é falha de interpretação. Enquanto uma campanha reforça o estereótipo e a violência, a outra é completamente contra a violência. São propostas opostas.

            Volto a fazer a pergunta: a campanha presta um desserviço? Podemos ignorar completamente a sua mensagem enquanto sociedade, como podemos fazer com a dita campanha de Skol?

          • mascaradoll

            Vou complementar sua frase.

            Enquanto uma campanha reforça o estereótipo e a violência, a outra é completamente contra a violência CONTRA A MULHER PASSIVA, da MESMA FORMA QUE REFORÇA O ESTERIÓTIPO DO HOMEM VIOLENTO ATIVO. São propostas opostas.

            Se existe uma mulher vitima, logo deve existir um homem culpado. Obviamente, não existe homem “vitima”, por nunca é representada uma mulher culpada, e isso acaba reforçando o machismo e perpetuando os esteriótipos de gêneros.

            Volto a fazer a pergunta: a campanha presta um desserviço? Em relação aos homens SIM, mas para as mulheres obviamente NÃO. Simplesmente, como já falei, ela REFORÇA um esteriótipo social, que na verdade deveria estar COMBATENDO. ( A igualdade social).

          • luizyassuda

            Realmente, enfrentamos uma epidemia de mulheres que atacam homens no carnaval. Não apenas durante as festas de Momo: elas também espreitam homens violentamente em becos, ruas mal iluminadas e baladas numa quantidade absurda… A quantidade é tão grande que já se tornou uma preocupação global. Em outros países, há relatos de estupros coletivos de homens praticados por grupos de mulheres raivosas. Logo, a campanha deveria sim dar o mesmo peso para a figura do homem-vítima. Aham. Você deve ter razão.

          • mascaradoll

            Você é burro cara, não consegue perceber os papeis de gênero que essa campanha busca reforçar, retratando a mulher como ser passiva de ação do homem.

            A campanha quer refletir os fatos, bem como você tentou ironizar, mas perde consideravelmente em fundamentar um discurso igualitário de gênero, coisa que você não tem nem a capacidade de observar, quando mais gente aqui nos comentários também observou.

            Sabe, o estupro? sei que não tem nada haver com a campanha, mas veja o seguinte: Se um HOMEM comete ESTUPRO em relação a mulher (um crime horrível, obviamente), o que acontece? Ele será condenado e na maioria das vezes será MORTO, por outros HOMENS.

            se você for analisar, tirando fora a mulher no contexto sexual do crime, o gênero HOMEM é ao mesmo tempo CAUSADOR e JULGADOR do crime, o que de uma forma só irá perpetuar o comportamento MASCULINO AGRESSIVO. Por que tanto aqueles que mataram o criminoso, também tem o potencial de se tornar um ESTUPRADOR. ( de certa forma um ciclo de violência, que só acontece entre os HOMENS ).

            O que eu quero dizer com tudo isso, é que a violência, agressividade são características da identidade masculina que em momento algum é questionado ou desconstruído por meio de ações sócio-politicas, que só buscam reforçar esse comportamento por meio de campanhas machistas, que perpetuando essa relação definida de gênero (passivo e ativo) EXATAMENTE O QUE ESSA CAMPANHA FAZ.

            Se você é um daqueles que levanta a bandeira e fala que a mulher não tem representatividade na politica, cinema ou qualquer instituição, tá errado, afinal como essa propaganda machista, representa, um cenário onde as mulheres são passivas e portanto as instituições importantes são controladas por homens, por que afinal de contas eles quem tomam a iniciativa e fazem as coisas, enquanto elas apenas esperam tudo.

          • luizyassuda

            Gosto quando parte para a ofensa. Eu já entendi o seu ponto. Já entendi que você não concorda com os papéis passivos e ativos propostos pela campanha. Mas requerer obrigatoriamente o trabalho neste caso da campanha é desonestidade intelectual. Temos um fato: 50.000 casos de estupro relatados no país no último ano. E uma campanha pró-denúncia. Adoraria continuar o debate, mas uma vez ofendido por alguém anônimo, encerro aqui mesmo.

          • Mascaradoll

            Cara, isso mostra mesmo que você não entendeu, o fato de retratar os papeis nesse sentido, é o que perpetua o machismo e por consequência leva aos 50.000 casos de estupro por ano. As coisas estão ligadas.

            Minha critica, não é que os criadores sejam presos e etc ou que a campanha seja inútil, mas que esse tipo de campanha que representa esses papeis de gênero definidos dessa forma, contribui mais para a violência do que ajuda.

            Também paro por aqui.

    • Ruth

      Menos bláblá e mais ação. Se vc achou tão ruim a proposta deles porque não oferece uma melhor?? Criticar é fácil quero ver fazer melhor!!!

      • Mascaradoll

        me passa os milhares de dólares que essas ONGs ganham, que eu faço uma coisa muito melhor.

  • Manu

    Mulheres “ensina” …um beijo plural. “)

    • Didi

      ONU Mulheres é um setor, portanto a concordância está correta (ONU/ensina). Antes de querer corrigir, tente aprender.

  • Considerando que o local exemplificado no fluxograma seria uma festa, um bloco de rua, um baile( isso ainda existe?) acho que seria mais lógico sugerir chamar a polícia durante a abordagem do cara. Até porque a lógica é que a menina não conhece o cara, então a denuncia vai resultar em que se ela nem sabe o nome do agressor?

    Ligar para o 180 gera estatística mas não gera solução para o problema da menina.

    E sobre a discussão do machismo na peça. A busca da igualdade entre homens e mulheres deve ser uma luta de todos em todos os aspectos( intelectual, profissional, comportamental). Mas é fato que o homem é mais forte fisicamente. Não tem como relevar isso. Uma mulher pode atacar o cara? Pode. Pode castrar o cara com uma tesoura? Pode. Só que isso são casos isolados.

    Não tem como igualar os riscos para os dois gêneros. Para a mulher sempre é maior.