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Pouco Pixel 22 – Por que gostamos de jogos violentos?

Sem violência explícita será que alguns jogos fariam o mesmo sucesso?

21.set.2015

Vários dos grandes sucessos da história dos videogames são violentos – ou, pior ainda, têm na violência seu principal atrativo. Adriano BrandãoDanilo Silvestre e Denis Botana tentam encontrar o motivo pelo qual nós, jogadores, curtimos tanto uma jogatina sanguinolenta. Sem violência explícita será que alguns jogos fariam o mesmo sucesso? É possível viver apenas com puzzles e games de esportes? Videogame é realmente uma válvula de escape das nossas frustrações?

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00:01:55 – Por que gostamos de jogos violentos?
00:50:02 – Debate de bolso
01:16:31 – Cartinhas

Os famosos links no post

> Jogos mencionados: “Nintendo World Cup“, “Super Mario Bros.“, “GTA“, “Double Dragon
> Todos os fatalities do “Mortal Kombat X” (alerta: dá um ruim)
> O livro “Brincando de matar monstros“, do escritor americano Gerard Jones, que traz interessante tese a respeito da motivação das crianças a brincarem de maneira violenta
> O caso do atirador da televisão (alerta: dá um baita de um ruim)
> Reportagem sobre MilSim, a modalidade de paintball (mais comumente, de airsoft) que simula com bastante precisão uma operação militar
>Spec Ops: The Line“, o mais recente título da provocativa série “Spec Ops
>A queda de Murdock” e “Watchmen“, dois raros exemplos de boas HQs de super-herói. O primeiro é ainda mais raro, pois é um arco de histórias lançadas na revista de linha do Demolidor
> O terrível filme do “Justiceiro“, com Dolph Lundgren, que é tão ruim, mas tão ruim, que virou cult
>
O fan film adulto dos Power Rangers (sim, é possível)

Groselhas

> O jogo de Atari que mostra uma babysitter sem cabeça correndo é “Halloween“, e não “Friday the 13th”, que nunca existiu (embora algumas versões brasileiras de “Halloween” se chamassem mesmo “Sexta-feira 13”)
> “Promethea“, o título de-linha-porém-bom escrito por Alan Moore, saiu nos EUA em 32 edições, publicadas entre 1999 e 2005. Não tem nada a ver com as antigas revistas inglesas do início da carreira de Moore, como “Miracleman” (1982)

O som do episódio

Sub-Zero wins… Fatality!

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