Por que inserções de produtos não funcionam tão bem no Reino Unido quanto no resto do mundo

A publicidade britânica tem as regras mais restritivas de todo o mundo

5.jan.2016

Em 2014 um grupo de vloggers britânicos fez uma campanha para a Oreo sem deixar muito claro que era uma propaganda. Isso acabou motivado a ASA, espécie de Conar do Reino Unido, a criar regras para propagandas desse tipo, publicadas em agosto do ano passado e citadas aqui no B9. Essas regras existem porque inserção de produtos é algo bastante restrito na mídia britânica, como explica no vídeo acima o vlogger Tom Scott.

No vídeo, publicado esta semana, Scott fala sobre como a origem do canal estatal da TV britânica, a BBC, acabou gerando restrições em propagandas em todas as demais mídias – já que o canal é, até hoje, financiado por uma taxa anual paga por todo mundo que tem uma TV, e não por propagandas. Ele também traça um paralelo das inserções de produtos que acontecem na mídia britânica e na americana, que tem regras bem menos restritivas.

É um clipe fascinante, cheio de informações relevantes sobre publicidade no mundo e criado por alguém que é notoriamente conhecido por produzir vídeos informativos. Aos publicitários, recomendo dar o play.

(Nota: a imagem que ilustra o post é deste vídeo da vlogger americana Rosanna Pansino, que fez o vídeo sem ser paga por ele).

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  • Bruno Caldeira

    O mais engraçado é o valor cobrado por cada casa:
    TV Licence custa £145.50/ano se você tiver tv a cores e £49.00/ano se for preta e branca. Vc tem que pagar mesmo se não tiver uma tv, pois pode assistir no Smartphone, Tablet, Computador. Esse valor é simplesmente para bancar a BBC, porque os outros canais todos possuem propaganda.