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Mamilos 57 – Ondas Gravitacionais, Carta Aberta ao Brasil e Eleições americanas

Jornalismo de peito aberto

19.fev.2016

Contrariando os sábios orientais que afirmam que quando alguma coisa exige esforço demais não é natural, enfrentamos o caos elétrico e de transportes e até emergências médicas pra honrar a tradição que diz que a polêmica pode até atrasar, mas não falha.

Preparem a roupa de gala que hoje tem convidado especial pra explicar o que são as ondas gravitacionais e porque a gente deveria estar comemorando junto com a comunidade científica o feito de pela primeira vez termos sido capazes de detectá-las. Com assombro, conhecimento, didática e paixão Caio Gomes gravou de Amsterdã especialmente para o Mamilos.

E para falar da carta mais polêmica desde aquela famigerada de Michel Temer e da morte que adicionou pimenta extra nas eleições americanas o corinthiano jornalista Alec Duarte completou a conversa.

Amor que nem a força de um raio pode separar. Taca-lhe o play nesse Mamilos!

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5. Abrasco diz ter sido mal-interpretada e não ver ligação entre microcefalia e larvicida
4. Supremo Tribunal Federal suspende a decisão do ‪#‎Confaz‬ e reestabelece as regras do E-commerce para as Micro e Pequenas Empresas
3. Samarco tenta resgatar imagem, mas gera revolta nas redes
2. Ameaças contra Sakamoto são um alerta para jornalistas de todo o Brasil
1. Queda de homicídios em SP é obra do PCC, e não da polícia

TT1 – Ondas gravitacionais previstas por Einstein há cem anos são detectadas
Ciência confirma a teoria das ondas gravitacionais de Albert Einstein
Ondas gravitacionais serão rotina na ciência

TT2
Uma carta aberta ao Brasil
Uma carta aberta ao Brasil
Resposta de Diego Quinteiro
Resposta de Luca Atalla
Lídercast com estudiosa do Jeitinho Brasileiro
Vocês deveriam parar de dar moral para textão de gringo sobre o Brasil

TT3
Morte de Scalia, um dos juízes mais conservadores da Suprema Corte americana, acirra a disputa eleitoral nos Estados Unidos
Morte de juiz conservador gera batalha pela Suprema Corte dos EUA
NBW077 – Antonin Scalia e Boicote a Israel
Podcast NPR Politics – The Death of Justice Antonin Scalia

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Alec
Livro Para Entender as Mídias Sociais

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  • Patrícia

    Gurias, amo vocês, mas acho que você interpretaram a recepção do público brasileiro à tal da cartinha gringa de uma forma muito… Mamilos. =)

    Quando eu li a carta do nosso miguxo mark, nem consegui terminar. E por quê? Porque eu só consegui pensar: “cara, não é possível, foi um brasileiro que escreveu isso.”

    Em outras palavras, eu só li “viralatices”. Nada que ele falou ali é diferente do que eu escuto desde criancinha. A carta poderia se chamar, tranquilamente: “O problema do Brasil é o brasileiro”.

    Quando ele fala que o brasileiro “protege os seus, individualmente” e diz que o povo dele é ético e cheio de senso de coletivo, eu me lembro da cultura individualista norte-americana do “winner” vs “looser”.

    Quando ele fala do “jeitinho brasileiro”, eu lembro do Ferris Bueler em “Curtindo a vida adoidado” e como esse filme é, dentre outras coisas, uma celebração suprema da malandragem.

    Quando ele diz que somos vaidosos, fúteis e só ligamos pra aparências, bem, eu me lembro do “fenômeno” Kim Kardashian.

    Enfim, esse cara pra mim é um idiota egocêntrico. Mas, como disseram, ele escreve bem. Mas mais do que isso: ele disse o que muita gente já gosta de repetir, e ajudou nossos vira-latas a continuarem latindo esse mesmo discurso barato de sempre. E pra mim, esse discurso é que é um dos problemas que faz o brasileiro olhar os problemas e dizer “ah, não adianta, aqui é lixo, tem que fazer grana e ir embora mesmo”.

    E quando um gringo fala isso então, aí é que os vira-latas entram no cio. =)

    Pra mim o melhor texto foi esse da Vice que vocês colocaram aí nos links.


    Obs.: pra não dizer que eu não concordo com ele em algo, eu concordo com essa frase: “(O brasileiro) precisa escolher ver as coisas de um jeito novo.” Realmente. A gente precisa parar de se depreciar como povo e como país, arregaçar as mangas e expulsar esse monte de senhores feudais que dominam a nossa política por gerações há décadas, mantendo sempre “tudo igual e daí pra baixo”.

    • Sergio Prando

      Eu não gosto nem um pouco do termo síndrome de vira-lata, normalmente new left usa isto como escudo para não mexer em muitas coisas na nossa cultura e postura que precisam ser mudadas, o que não é o teu caso, eu achei o texto desnecessário é meio que o mesmo do mesmo.

      Ainda sim não acho que não seja verdade, a classe politica é sim um reflexo do seu povo, ela tem que sair de algum lugar né?

      Sobre o fim urgente das “dinastias” concordo 100% contigo, estes senhores feudais precisam ser destituídos para ontem.

      • Patrícia

        Bem, independente de apropriações e reinterpretações, o termo “complexo de vira-latas” (eu sempre falo e escrevo “síndrome”, de forma errada) foi criado por Nelson Rodrigues unica e exclusivamente para descrever esse fenômeno comportamental brasileiro, muito antigo, de inferiorizar-se voluntariamente diante do que vem de fora.

        Diz Nelson Rodrigues:
        “Por ‘complexo de vira-lata’ entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. O brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a autoestima.”

        • Bruno Lajus Dos Santos

          Patrícia, td bem? Então, qto à carta, não vi o gringo falando q o povo dele é um poço de ética (inclusive, há um texto dele cujo link encontra-se no mesmo link da carta em que ele critica MTO os americanos); e não acho q vai ser varrendo problema pra debaixo do tapete e atacando pessoas que façam críticas a “nós” que faremos algum avanço. Tb não concordo q qualquer problema q se admita q tenhamos no Brasil (em nossa cultura ou sociedade) seja uma demonstração de “complexo de vira latas”. Isso virou um clichê pra tentar diminuir qualquer brasileiro que faça qualquer crítica ao país. Lamentável. Reconhecer algumas verdades escritas na carta não implica “ser provido de complexo de vira latas”. Qd recebemos uma crítica de alguém, podemos ter duas reações: refletir e ver se há algo que podemos aproveitar (e ignorar o resto); ou se ofender, atacar o emissor da crítica, ridicularizar (e isso tudo sem apresentar qualquer contra-argumento ao que foi dito). Procuro estar no grupo 1

          • Patrícia

            Parece que citar complexo de vira-latas gera alguns entendimentos diferentes do que é minha intenção, então vou esclarecer meu ponto a respeito disso.

            Reconhecer problemas não é se autodepreciar, se desvalorizar.

            Eu estou reconhecendo um problema quando digo, por exemplo, que estou extremamente indignada com a postura de nossos políticos, que governam pra si mesmos.

            Eu estou depreciando quando digo que esse problema faz de nós o pior país do mundo.

            E eu estou sendo vira-latas quando além de dizer que isso faz do Brasil o pior país do mundo, eu ainda elevo artificialmente outros países a patamares de superioridade, ressaltando suas qualidades e contrapondo-as aos nossos defeitos, e esquecendo de olhar que do outro lado também há defeitos – as vezes alguns até iguais.

            É essa última reação que vi em cada post de gente que aplaudiu o gringo. “É isso mesmo! O pior do Brasil é o brasileiro! Isso aqui nunca vai ter jeito!”. E é essa a minha crítica. Aplaudir isso de ficar pichando seu próprio país à exaustão não é a autocrítica que você defende.

            Agora, você diz que ele nunca disse que o povo dele era um poço de ética. Mas ele se coloca exatamente nessa posição quando diz que “nos falta um senso de coletivo que o povo dele tem”. Você diz que eu “ataquei o mensageiro” sem refutá-lo, mas se reler o meu post verá que eu pincei ao menos três momentos que me chamaram a atenção pelo imenso cinismo – pois foi fácil lembrar de referências que mostram como os traços que ele critica em nós estão presentes no país dele.

            Então no mínimo o que se pode dizer é que, se é verdade que culturalmente somos um povo que beneficia mais “os seus” que o coletivo, por exemplo, talvez isso nada tenha a ver, de fato, com nossos problemas políticos e econômicos.

            O que torna a carta dele apenas um exercício enorme de mediocridade.

          • Bruno Lajus Dos Santos

            Patrícia, primeiramente parabéns pela educação na resposta. Sempre bom debater com gente educada e inteligente. Concordo com você que aqueles que reagiram aplaudindo o gringo com um discurso “realmente somos um povo medíocre” são sim merecedores do adjetivo “vira-latas” (no sentido empregado, é claro). Confesso que me referi mais a opiniões como a que tive qd li. Como disse ali, não vi problema no fato de ter sido um gringo que fez as críticas (a despeito de o país dele ter ou não os mesmos ou outros problemas por ele não citados) e reconheci a procedência de várias delas. Particularmente, logo qd li achei absurdo ele insinuar q por aqui “o ano começa dps do carnaval” e q “o carnaval é a prova de q temos energia de sobras”. Soou-me grosseiro sim. Porém procurei focar no que penso ser aproveitável do texto. Acho q as críticas relativas à baixa produtividade, à vaidade exacerbada e ao pouco senso de coletividade procedem e deveriam ser mais discutidas, e não ignoradas e ridicularizadas. Quanto à questão da consciência social (ou preocupação com o coletivo), concordo contigo que a sociedade do país dele não é um exemplo e merece suas críticas, mas vários “povos” europeus podem sim ser tido como referências e ainda que ele pense que os EUA sejam “os bons” nisso, não vejo mta relevância. O que está em debate, no caso, é o Brasil, não os EUA. Acho, também, que a sentença “achar o pior país do mundo” como exemplo de autodepreciação é meio exagerada pro caso. Não vi nem o gringo nem os mais vira-latas sendo tão rigorosos conosco brasileiros. Auto-depreciação pode ser qualquer coisa, pode ser facilmente confundido com “reconhecer problemas/vícios/erros/defeitos”. Enfim, era isso. Um abraço.

      • Bruno Lajus Dos Santos

        Infelizmente, concordo mto com a conclusão de que a esquerda se utiliza em demasia desse termo como instrumento pra varrer sujeira pra debaixo do tapete. E muitas vezes sem qualquer maldade (como no caso do programa). É um otimismo que mtas vezes foge da realidade (“crise? que crise?” “ihhh, fazendo críticas a nossos costumes? lá vem o complexo de vira latas”, e por aí vai…). Uma pena.

    • Felipe Alves

      Nosso amigo Mark começa o texto se perguntando: “Por que os países na Europa e América do Norte são prósperos e seguros enquanto o Brasil continua nesses altos e baixos entre crises década sim, década não?”

      E conclui que a resposta para tudo isso é o famoso “jeitinho brasileiro”. Ignorando todos os fatos determinantes que nos fazem ser o que somos, como o colonianismo exploratório, escravidão, ditadura militar (apoiada pelos EUA), atraso econômico histórico em relação à Europa e diversos outros fatores.

      Como as meninas disseram no cast, a carta é rasa e pretenciosa. Ela desconsidera o principal fator responsável pelo nossa falta de desenvolvimento, que são as relações abusivas que tivemos históricamente com os países estrangeiros. Países estes que, segundo o autor, estão em um pedestal de ética e bons costumes, como se não fossem responsáveis pelo atraso econômico de diversos países de terceiro mundo como o Brasil.

    • Juliane Ribeiro ✠ ‏

      Patrícia sempre me representando nos comentários, obrigada ;)

  • humberto mota

    Apenas comigo que a última frase do cast foi:
    “E na verdade o Al Gore ganhou a eleição!”

    • Davi

      Aqui também, elas já postaram no twitter informando que estão cientes e providenciando a substituição do arquivo.

      • Cris Bartis

        tudo certo gente, pode ir lá que o arquivo agora tá completo =)

  • Punpun

    Um recorte que complementa o exemplo que a Ju deu sobre o trânsito em Orlando. Meus pais tem uma lanchonete café em Boston nos Estados Unidos, a maioria dos clientes são da própria comunidade brasileira, e americanos curiosos, em geral todos os clientes são conhecidos/amigos, note que lá é um local que tem mesas para se comer doces e salgados e refeições nos horários de almoço o mesmo formato das americanas mas com comidas tipicas brasileiras. As mesmas pessoas que frequentam a nossa lanchonete também frequentam lanchonetes americanas, que tem regras inconscientes de limpeza e preservação do ambiente, em geral você come e limpa a sua mesa jogando as coisas no lixo, visto que tudo é descartável nesse estilo de lanchonete, entretanto as mesmas pessoas que tem esse “inconsciente” em lanchonetes americanas jogam lixo no chão, deixam mesas imundas com lixos descartáveis, além de outras características que reforçam a ideia de que ser repreendido por seguir ou não as regras influencia seu comportamento.

  • Arthur P.

    Cris, Ju, seria ótimo se vocês pudessem colocar os links do programa (especialmente do farol aceso) na descrição do podcast que vai pro iTunes.
    Às vezes é muito conveniente poder pausar o áudio rapidinho pra explorar um pouco mais algum tema que vai ser discutido ou dar uma olhada numa dica do farol, mas ter que procurar pela página do B9 e achar a postagem específica praquele episódio nem sempre é uma maneira fácil de fazer isso, e se deixo pra fazer essa busca no fim do programa, muitas vezes acabo esquecendo.
    Entendo também que o B9 precisa de acessos pra se manter, então pelo menos um link direto para a publicação do episódio no site já seria de enorme ajuda.

    Beijos, vocês são incríveis ❤️

  • DrunkCharmander

    Primeiro: Queria saber qual critério a Ju e o Alec usaram para corrigir a Cris que a comparação Brasil/EUA é válida, quando ela apontou essa comparação como inválida?

    De maneira bem superficial, a Constituição americana vem de 1788 (228 anos sem quebras) a nossa vem de 1988 (28 anos sem quebras), eles já elegeram 44 presidentes, nós elegemos 4. Nem entramos na dinâmica de colonização e do pós-guerra, estamos somente no quesito “maturidade democrática”.

    Desculpem, mas acredito que a Cris está corretíssima e quero entender que parâmetro vocês tinham em mente (Não estou brigando, só quero saber o parâmetro usado).

    Segundo: “Trata-se do famoso “”quem””, sem qualificação para tratar desse tema para além da experiência pessoal, toda vez que isso acontece eu me irrito profundamente, porque isso nada mais é do que um post de facebook.” Convidado, Alec

    Pós-modernismo oi? RA-TI-NHOOOOO

    • Lu

      Eles usaram o fato de que Brasil e EUA são ex-colônias européias. Mas concordo que esse argumento não se sustenta.

    • Felipe Alves

      Acho que você não ouviu esse trecho direito. A Ju e o Alec disseram apenas que o Brasil e os EUA tem mais ou menos a mesma idade, e não que vale a pena comparar os dois países.

    • Surfista Aluminado

      Mas a Ju concordou com a Cris, e eles estavam falando de tempo de maturação nacional… eu mesmo achei que tavam discordando da Cris, mas quando ouvi de novo percebi que eles estavam era concordando e adicionando mais informações.

  • Lu

    Eu sou muito fã do Bernie Sanders, mas ele é muito “esquerda” para o americano médio. Se ele for concorrer pelos democratas acho que ele perde. Se o americanos conseguem sustentar o argumento de que o Obama é socialista, por causa do Obamacare, imagina o que eles não dizem sobre o Bernie. Acho que o medo do socialismo é muito forte nos EUA para eleger alguém com o discurso do Sanders. Quero muito estar errada! E espero estar, mas ainda acho que a Hilary é a aposta mais segura contra uma eventual eleição do Trump.

    • brunnotwo

      Eu tbm pensava que Hillary era a aposta mais segura, mas segundo as principais pesquisas nacionais, Bernie tá se saindo melhor que Hillary em quase todas as simulações, inclusive contra o louco do Trump. Na pesquisa da FoxNews mesmo, Bernie tá com 15pt na frente de Trump (53 vs. 38), enquanto Hillary tá ~só~ com 5pt na frente (47 vs. 42).
      Veja vc mesma e se encha de esperanças:
      http://www.realclearpolitics.com/epolls/2016/president/2016_presidential_race.html

    • Cesar Constantino

      Todas as pesquisas até agora mostram o oposto: Bernie vence qualquer um dos pré-candidatos republicanos com, no mínimo, 7% de diferença. Hilary na melhor das hipóteses, empata com Ted Cruz. E perde feio para Donald Drunk, digo Trump.
      Bernie não será indicado pelos Democratas porque Hilary possui o controle da estrutura partidária e tem ao seu lado os votos dos superdelegados, o que lhe dá uma vantagem monstruosa sobre Sanders.

  • André Eggers Muniz

    Oi Meninas, meu eu só levo marmita pro trabalho, mas eu nunca fui julgado por isso. eu acho que é porque no meu caso eu não tenho escolha, porque eu sou vegano e na minha cidade não tem nenhum lugar que eu possa almoçar. Sem falar que não tem comida melhor que a comida de casa! Eu sei fazer um gelo como ninguém. Eu fervo uma água hahahaha não, eu realmente cozinho bem.Juro que prometo!
    Eu tinha alguma coisa pra falar sobre o podcast, mas quando a Cris falou de marmita eu me senti representado e esqueci hahaha. Uma coisa que eu queria pedir era para que vocês falassem do caso da Ke$ha que está acontecendo nos Estados Unidos. Ta rolando uma petição para tentar livrar ela do contrato que liga ela ao produtor que estuprou ela. Eu acho que com vocês falando do assunto iria dar uma ajuda grande para a campanha! fica o link da petição: http://www.thepetitionsite.com/pt-br/646/007/918/#sign

  • gandralf

    Opa! Alguém falou em polarização? Vê se esta não é uma “mensagem mamilos”:

    E também tem suas apresentações no TED:

    1. Como raízes morais fundamentam seu posicionamento político:

    2. Como a moralidade une e cega, e como ameaças comuns podem ajudar:

    E aí? Viu o bicho vindo?

  • Anakin

    Eu sempre levei comida pra casa, alias, como sou novo, desde o primeiro emprego levo comida, no início vou confessar que era mais por economia mesmo, mas hoje nem preciso disso mas continuo porque prefiro realmente.

  • Bruno Serrão

    Resumindo o cast em uma frase: o brasileiro sofre da síndrome do vira-lata, por isso não vai pra frente.

    • Punpun

      Eu acho que você não entendeu nada, o resumo do cast é: O Brasil grande e complexo demais para ser explicado por um texto, imagine um frase.

  • Mariana Z

    Quero encontro do mamilosssss no Lolla, pfvr façam acontecer!

  • Bruno Lajus Dos Santos

    Parabéns por mais um ótimo programa. Não curti apenas a parte da crítica à tal carta (q inclusive se estendeu pelo resto do programa com referências nao mto amorosas ao autor rss). A meu ver: faltou um contraponto; as críticas foram mto focadas à pessoa do autor (o q me parece irrelevante) e não ao conteúdo da carta (tornou-se quase q um apelo a um argumento ad hominem). Achei incoerente vcs terem admitido q “soh havia verdades na carta”, q “eh normal q alguém acostumado a um ambiente não enxergue problemas nele impregnados” e q “eh normal q façamos críticas a outras culturas, sociedades e países qd os visitamos” e ao mesmo tempo ter criticado tanto o autor e a carta em si. Compreendo o otimismo d vcs (q alias sao umas fofas, inteligentes e fantásticas), mas esse tipo d reação me pareceu um pouco infantil e arrogante. Infntil pq parece um “gringo, qm eh vc pra falar do meu país? o seu tb tem problemas, nos deixe em paz” e arrogante pq pareceu un “nao queremos saber sua opinião, sabemos d td sobre nosso país, alem do q, temos sociólogos e antropólogos mto melhores q vc e q ja fizeram análises mto mais fundamentadas, portanto cale-se”. Enfim, apenas uma crítica pontual. Particularmente, não vi problema nenhum em ter recebido críticas d um gringo, nem no fato d tais críticas terem sido d fato superficiais (afinal, era um blog, um texto informal, não um tratado d análise antropológica). Acho, ainda, q todas as críticas tecidas na carta procedem, assim como tb acho q as (mtas) críticas q fazemos ao país (e a sociedade e à cultura) do país do autor da carta tb procedem (em sua grande parte). Grande beijo! PS: me sinto mal por não ter comentado nas dezenas d vcs q curti demais as opinioes, as abordagens e os programas em geral, mas apenas na hora d fazer uma crítica, mas penso, ao mesmo tempo, q talvez possa ser uma crítica construtiva e portanto válida.

  • Surfista Aluminado

    A gargalhada da Ju é muito gostosa… eu sempre rio junto dela, é incontrolável… heheh

  • Aline Viana

    Gente, o programa inteiro foi mara, mas eu curti muito as dicas de marmitinhas da Rita Lobo. Eu já a acompanhava pelo instagram, mas esses links irão salvar da mesmice o meu almoço e os do namô <3
    And, yes you can, Bernie!!! Go!!!!

  • brunnotwo

    Pra quem ficou interessado nas eleições do EUA e quer acompanhar o que tá acontecendo, além do podcast que a Ju recomendou (NPR podcast), tem tbm esses dois canais do youtube:

    – The Young Turks > eles apresentam de um jeito menos formal que os jornais padrões, discutem as notícias, dão opinião e tal. Só que algumas vezes eles são bem tendenciosos e favorecem muito os próprios pontos de vista qndo tão comentando as notícias, ao invés daquele padrão mais imparcial dos jornalistas. E as vezes tbm, dá pra perceber que falta um pouco mais de pesquisa sobre algum fato que eles tão noticiando.
    https://www.youtube.com/user/TheYoungTurks/videos

    – The Late Show with Stephen Colbert > dá pra dar muita risada com os comentários do apresentador sobre os candidatos, a eleição e sobre fatos gerais da atualidade. Mas esse não é um canal específico de notícias, tem tbm entrevistas, sketches e tal.
    https://www.youtube.com/channel/UCMtFAi84ehTSYSE9XoHefig/videos

    E pra acompanhar as apurações, tem esse link aqui:
    http://www.nbcnews.com/politics/2016-election > lá no final da página, no Primaries Calendar, dá pra clicar em cada estado e acompanhar as apurações individualmente.

  • Fábio

    Olá meninas, faço uma pequena (mas importante) correção: ao contrário do que foi dito no no início do programa, o Ministério Público não precisa ser provocado para agir. Ele pode (e deve) atuar por conta própria, inclusive propondo ações em nome da coletividade. Ele foi criado, entre outras coisas, justamente pra isso.

    O Judiciário é que, via de regra, só vai poder agir se for provocado, já que é ele quem vai atuar como árbitro e resolver o conflito.

    Bjos
    Fábio

  • Cesar Constantino

    É impressionante como que o crime ambiental perpetrado pela Samarco/Vale é minorado e praticamente suavizado neste podcast! A questão não se resume a “fatiar” o caso para dar a impressão que o problema está sendo resolvido! O que esteve em questão na última semana foi o cinismo da Samarco em usar seus funcionários (sabe-se lá sob quais formas de coação) para maquiar a realidade. Aliás, vendo estas propagandas safadas da Samarco, eu me lembrei muito do podcats Mamilos que tratou do tema, quando então se livrou a cara da Samarco em vários momentos.
    E ainda tem gente que acha que vocês são de esquerda? Mais liberais e pós-modernxs, impossível!

  • Jau SantOli

    Olá, pessoas! Vou pular toda a parte sobre ser um mamileiro evangelizador e adorar o programa para juntar mais algo a discussão:

    Eu não sei se vocês já ouviram falar do Gui Bonsiepe, mas muito do que ele vive dizendo cabe direitinho no tópico da Carta e comparações entre Brasil e Países Desenvolvidos. (O Gui é um designer e pesquisador super influente, principalmente na America Latina)
    Uma das coisas que ele defende é que essa caracterização entre Países Desenvolvidos e Subdesenvolvidos (ou em Desenvolvimento) é tão errada e excludente quanto a sua antecessora que chamava países de Primeiro e Terceiro Mundo. Tando uma como a outra pressupõem que uns países são, naturalmente, mais evoluídos, sumariamente melhores que outros. Quando, na verdade, não é bem assim.

    Bonsiepe aponta que os quesitos de desenvolvimento, da boa vida, da qualidade etc. são todos “inventados” pelos países mais ricos, os manda-chuva, os “Desenvolvidos”. Vale lembrar, como ficou meio entrelinhas no podcast, que o contexto em que esses países cresceram foi de exploração e colonização dos países que hoje são considerados “menores”, “imaturos” e “emergentes”.

    Como viveu em vários países da America Latina, Gui percebeu que esse complexo de inferioridade que sempre comentamos aqui no Brasil não é tão brasileiro assim. As pessoas tem isso no Chile, Argentina, Uruguai… É uma caracteristica de todos os países que foram, em algum período, explorados e hoje estão lutando para atingir melhores níveis de desenvolvimento e se parecerem mais com os países fodões. E isso se replica não somente como nação, mas tambem no dia-a-dia das pessoas. Na cultura, na moda, no consumo, estilo de vida e por aí vai. É fácil ver pessoas no Brasil consumindo e replicando cultura dos Estados Unidos, por exemplo. E essa “troca” nunca é apenas intelectual. Ela também é politica e econômica. Os produtos de maior valor que compramos são, geralmente, vindos de fora. Carro, computador, smartphone, cinema.

    De certa forma é como se ainda fôssemos colônia. De certa forma nós ainda somos explorados e aumentamos a riqueza e desenvolvimento dos países “desenvolvidos” ao tentar ser como eles. Vendo por esse angulo, toda essa história não passa de mais uma forma de dominação, só que dessa vez com outras ferramentas, de uma maneira que todo mundo sente na carne, mas não percebe no consciente.

    Gui diz que os melhores termos então seriam Países Centrais (os ricos) e Periféricos (os não tão ricos). Pois os países centrais estão sempre como o centro do mundo, perpetrando seu poder, mas uma vez que nós, aqui do outro lado, percebemos que não somos “SUB” mas diferentes, perifericos porque orbitamos em torno deles, aí meu amigo, aí a coisa muda de figura!

    Depois de colocar o dedo na ferida ele ainda mexe um pouquinho perguntando se todos esses indices de desenvolvimento são mesmo universais, se “boa vida”, “boa forma” e “sonho americano” são realmente o melhor modo de viver. Ainda defende que mudança e desenvolvimento real vem de dentro, das necessidades reais de alguem ou de um povo. Não de fora, de países que controlam modos de vida. Que, para crescer de verdade, países perifericos devem entender de sua propria cultura, seu povo, suas necessidades, suas fraquezas, forças e riquezas e usar desse conhecimento para projetar o que é realmente importante.

    Como o Gui é designer, apaixonado como eu, diz que esse é o papel político do designer, de perceber, projetar, acordar o coleguinha ao lado. Mas eu, assim como o Gui, também acredito que design é projeto, e todo mundo pode projetar. Pegar o problema nas mãos e pensar: o que fazer com isso?

    Acho que o Mamilos é importante exatamente por isso. Vocês pegam o problema, olham para os lados e começam a dissecar. Isso é o primeiro passo.

  • Quando vocês falaram sobre as eleições americanas eu estava no ônibus, e só consegui lembrar de uma coisa: http://trumpdonald.org/

  • Camila da Mota

    Alec, o Woody Allen fez um filme sobre a blacklist em Hollywood, The Front, de 1976

  • Jun Ohashi

    Vamos discordar um pouquinho aqui …
    Acho necessário sim alguém da gringa ir no Brasil e mostrar quão distante está de um país de “primeiro” mundo .
    A própria Ju deu um ex das paradas em auto estradas americanas, mas pra quem nunca foi pro EUA sequer imagina q isso existe.Sabe como é a relação entre o policial e o cidadão em Londres ? Sabe como são limpas as ruas de Tóquio ? Sabe…? Sabe… ? Sabe …?
    Claro que 90% da população não sabe !
    Então não Cris , ” nós ” não temos senso crítico para saber o que e onde estamos errando .
    Será q não é exatamente isso q ele diz na carta ? Que é para parar de proteger nossos pares ?
    Li alguns comentários se queixando de ser um “gringo”a criticar , q os EUA têm problemas aos montes também . Será q só podemos aceitar conselhos e críticas de “Deus” que seria o mito da perfeição ?

  • André C Deus

    Em Curitiba temos espaço kids em todos os shoppings, nem sempre é ao lado do cinema, mas com uns 60 reais a mais a babá está garantida por 3h.
    Abraços

  • Juliane Ribeiro ✠ ‏

    Nossa não tive nenhum problema com o aplicativo Podcast do iphone, se bem que eu não atualizo o sistema já tem 2 versões ;) na verdade faz muito tempo que n tenho nenhum problema.

  • Juliane Ribeiro ✠ ‏

    Nossa gente aqui no escritório, na verdade na cidade de Manaus, é super normal trazer sua comida seu lanche etc. Afinal se você tem a opção de escolher entre almoçar a comida da sua mãe/esposa ou a comida da rua a gente não precisa nem pensar duas vezes.