Capa ilustrativa do programa sobre Acessibilidade

Mamilos 58 – Acessibilidade

Jornalismo de peito aberto

26.fev.2016

Quem veio antes, a rampa ou o cadeirante? Qual é o certo: portador de deficiência, deficiente físico ou gerador de necessidades especiais? (spoiler alert: nenhuma das anteriores). O que é capacitismo?

Para responder todas as perguntas sem rodeios trouxemos Fernando Scalabrini, hostess do podcast Papo Acessível e Katya Hemelrijk. Com participação especial da deputada Mara Gabrilli, de Luiz Numeriano e da Alexia.

Esse é o primeiro Mamilos de uma série sobre o assunto. Nesse programa conversamos sobre aspectos mais gerais de acessibilidade e nos próximos vamos mergulhar nos diferentes universos e realidades que ela abarca.

Poder trazer essas discussões para a mesa e construir pontes entre experiências e visões de mundo tão diferentes é o que nos inspira e motiva. Vem com a gente, taca-lhe o play nesse Mamilos!

Acesse a transcrição do episódio aqui.

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Surpreenda-se com o Emoti Sounds

Esse episódio do Mamilos é um oferecimento de Live TIM

Live TIM

Existem várias formas de se comunicar e dividir emoções online, mas, se a gente parar pra pensar, as coisas não são tão fáceis assim para os deficientes visuais…

Pensando nisso, a Live TIM apresenta Emoti Sounds, feito em colaboração com o Instituto Benjamin Constant, que traz novas possibilidades para o NVDA, o leitor de tela mais usado do mundo.

#DaPraSerAssim

> Confira como funciona no vídeo acima e faça o download gratuito em: emotisounds.com

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TRANSCRIÇÃO DO PROGRAMA

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SOM DO MAMILOS
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Trilha sonora desta edição – Salif Keita

ARTE DA CAPA
Quem fez essa capa linda e exclusiva com todo amor foi o talentosíssimo Brão Barbosa. Não temos nem roupa pra ter capa feita por artista. <3 ======== LINKS TETA
Sobre Deficiência, Opressão e Assistencialismo
Na pele do outro – Eliane Brum. Manifesto mamileiro por excelência <3 CAPACITISMO: O QUE É, ONDE VIVE, COMO SE REPRODUZ?
Dragões de Garagem #64 Ciência e deficiência
Nerdcast 256 Cegos, nerds e loucos

Mãe questiona supermercado por mais acessibilidade e recebe apoio nas redes sociais
Stevie Wonder fala sobre acessibilidade no Grammy 2016
Confissões de cego
Carta-desabafo aos meus professores
A testemunha aprendiz
A carruagem que virou abóbora
“A maior conquista de um cadeirante é a liberdade de ir e vir sem precisar da ajuda de ninguém”
Inclusão escolar: Piolhos inclusivos
Como abordar um cadeirante?
Obrigada, mas eu consigo
Deixa que eu te empurro!
Aprendendo a conviver com a diferença
Antes de minha cadeira
Podcast Rock com ciência: Acessibilidade – Visão (S06E29)
Rapaduracast 270 – Cegos e o cinema
Podcast Ovos Zumbis sobre games para cegos
Telhacast Arquivo Confidencial Victor Caparica
Canal do YT: Disbuga
Acessibilidade web: Custo ou Benefício
Bengala Legal – Site sobre acessibilidade
Como Designar Pessoas que Têm Deficiência?
Concepções de Deficiência: da Grécia Antiga aos dias de hoje
Como Lidar com Pessoas com Deficiência.
Geraldo Magela – Como atravessar um cego
Cartilha de acessibilidade na Web
Simplificando a acessibilidade
Projeto Multa Moral
Portadores de carteirinha – burocratização para acessar direitos
Albinos: Irmãos sem direito a brincadeiras à luz do dia.
Porque eu amo o Implante Coclear
Aplicativo criado por brasileiro para filha com paralisia é premiado na ONU
Gana, o pior lugar do mundo para ter deficiência
Curso gratuito de libras
Como funciona o novo sistema que dá voz a Stephen Hawking, criado por Intel e SwiftKey

FAROL ACESO

Ju – Filme Straight Outta Compton

Cris – Livro Cozinha Prática da Rita Lobo

Fernando – Mostra Diálogo Escuro. Blog, podcast e app Papo Acessível

Katia – Para Sempre Alice e blog Simples Assim

Comente

  • spike06

    Importante podcast para conscientizar as pessoas a não tratar as pessoas como “coitadas”. Esse sentimento é horrível. E também para expor o descaso do poder público em geral com o DEVER de garantir acessibilidade a todos os cidadãos pagadores de impostos.
    Acho que leva tempo para uma pessoa saber tratar alguém com uma deficiência de maneira normal, nem com pena, nem com descaso. Principalmente para as mais velhas. O futuro está nas crianças. Acho que leva tempo até acharmos normal, por exemplo, que os ônibus parem e levem um pouco mais de tempo para embarcar um cadeirante, ou simplesmente, que haja mais ônibus adaptados.

    Vou deixar como dica o Programa Especial, que passa na TV Brasil. Mas pelo site dá pra assistir os programas.
    http://tvbrasil.ebc.com.br/programaespecial

  • Chai Souza

    Tudo foi muito bem retratado neste cast, pois como existem pessoas sem deficiência que são abusadas e preconceituosas. Existem também as pessoas deficientes que não aceitam ajuda e ainda são ignorantes. Dizem que não precisam de ninguém e muitas vezes vemos que necessitam de algum apoio. Afinal ajudar deveria ser comum, mas acaba sendo vista como exploração por muitos e pelos ajudados como um favor inconveniente.

  • Flávio S

    Cris e Ju, parabéns por mais um Mamilos incrível! Vcs são demais!!! <3

    Quanto à transcrição, não sei se já iam usar isso mas enfim, aí vai um farol aceso: o Google Docs disponibiliza a possibilidade de "Voice Typing". Ele dá umas bola fora de vez em quando no estilo corretor automático, mas espero que ajude, pois daí só precisaria revisar e marcar o que é de cada participante. Ou mesmo fazer durante a gravação do programa, sei lá.

  • Oi meninas, muito divertido e informativo o programa como sempre. Me lembrei de uma situação e gostaria de compartilhar com vocês: Já frequentei o EJA e na minha turma tinha menina com deficiência auditiva que se comunicava principalmente por Libras, conseguia ler lábios muito pouco. A escola prometia disponibilizar um intérprete, mas isso nunca aconteceu no tempo que permaneci lá. Na aula de filosofia onde o professor somente falava e não escrevia quase nada no quadro, ela dormia porque não tinha nada pra fazer. Eu me sentia mal com isso e me sentia mal comigo mesmo por não saber libras e não poder ajudá-la. Percebia essa frustração em outros alunos e também no professor. A comunicação dela era completamente por libras, mesmo quando tentávamos nos comunicar por escrito ela por vezes não entendia (não sei se não entendia nossa letra ou a comunicação é completamente diferente). Me senti e ainda me sinto muito ignorante no assunto, mas o programa me ajudou bastante. Obrigada! Ouvir a voz de vocês completa a sexta-feira <3 (amo ouvir o sotaque da Cris pq sou uma mineira vivendo em Ctba e tenho saudade de ouvir alguém falando como eu hahaha) Bjus

    • Pri Libras é outro idioma, assim como o alemão, a fluência em um idioma não ajuda nada no outro :(
      Eu tô pra aprender há 5 anos e mas ainda não saí da estaca zero.

      • Realmente, um outro idioma. Gostaria mto de aprender. Vc n conseguiu pq é difícil ou por falta de tempo?

  • LS

    O Tecnoblog fez um artigo bem legal falando dos problemas das máquinas de cartão com telas sensíveis ao toque para os deficientes visuais.

    https://tecnoblog.net/191099/maquina-cartao-acessibilidade-cegos/

    • A gente leu quando tava estudando pra pauta, mas acabou só mencionando superficialmente o problema. Pra tão vasta pauta, tão curta a vida :P

  • Giovanna

    Olá, meninas!

    Adorei a teta, e já expressei isso no Twitter. <3 Sou deficiente visual (baixa visão e visão monocular), graduanda em Engenharia Mecânica e estou muito feliz por terem abordado tantas coisas pertinentes em tão pouco tempo.

    Esperei um tempinho para escrever este comentário pelo desejo de compartilhar a notícia de que passei em uma universidade federal, em uma prova de transferência, graças a uma redação falando sobre planejamento familiar, capacitismo e falta de acessibilidade. A feitura da prova inclusive foi um probleminha por várias falhas nas adaptações que fizeram, mas descobri que há um núcleo de acessibilidade lá dentro e irei conversar com eles sobre isso. Quem sabe nenhuma pessoa com baixa visão jamais conversou com eles sobre a melhor maneira de tornar a prova acessível, não é mesmo? ;)

    Não é muito fácil perceber que sou deficiente visual porque não uso bengala (para mim funciona mais o exercício do hábito), o máximo que pode indicar que tem algo de diferente é uma pequena diferença entre o tamanho dos meus olhos, e o coloboma de íris bem evidente no meu OD [olho direito]. As pessoas ficam chocadas, acham que é brincadeira e muitas têm a mania de "testar" se meu lado cego é realmente cego (me pedir para tampar o OE [olho esquerdo] e fazer pergunta X sobre o que consigo ver com o OD), se realmente tenho perda de campo visual no OE, viro uma atração. Nada contra pessoas curiosas, mas não sou circo, rs.

    A pergunta mais inesperada/jóia rara que recebi foi "como você fazia educação física?". Achei tão sincera e foi feita de um jeito tão respeitoso que não conseguir achar ruim, hahaha.

    Um beijo pra vocês!

    P.S.: Meu irmão vestibulando ouve vocês por indicação minha, mandem um beijo pra ele!

    • Manda o nome do teu irmão! :D

      • Giovanna

        Waldson Jr! Nós dois somos de Goiânia, morando em Aparecida de Goiânia. :D

  • Rogério Calsavara

    Muito bom o programa! Me fez ver as pessoas com deficiência de uma forma completamente diferente! Isso porque eu sou uma pessoa com deficiência e nunca tinha me dado conta disso até ouvir o programa. A minha deficiência é a incapacidade de distinguir certas cores, chamado daltonismo. Felizmente o mundo não depende tanto assim de cores e por isso a minha limitação pouco atrapalha a minha vida, tanto que a maioria das pessoas que convivem comigo nem sabem dessa minha limitação. Mas mesmo assim tenho meus problemas que contorno como posso. Quando criança a minha mãe escrevia nos lápis de cor o nome das cores que eu não consigo diferenciar. Em programas de computador que tem paletas de cores, preciso usar o recurso de manter o ponteiro do mouse sobre a cor por alguns momentos para que apareça o nome da cor. Só que nem todos os programas tem isso (olha aí o conceito da acessibilidade) e quando não tem acaba sendo um caos..

    Por isso achei muito interessante o conceito de que as pessoas não tem deficiência, simplesmente tem capacidades e limitações diferentes e a sociedade não pode excluir as pessoas que possuam alguma limitação. No meu caso, por pura sorte, a sociedade pouco me exclui, porque minha limitação me impede de fazer poucas coisas, mas imaginem se o nosso alfabeto ou a nossa comunicação fosse feita por um código de cores? FERROU!!! Eu seria incapaz de me comunicar!!!

    • Rogério eu AMEI esse exemplo, é uma ilustração e tanto pro conceito de deficiência social! Vou ler no programa obrigada <3

  • Postando em nome do Gustavo Tarchiani que teve dificuldades com o Disqs

    Gostaria apenas de deixar uma pequena colaboração: um artigo que serve de introdução a ARIA (Accessible Rich Internet Applications) para quem trabalha com desenvolvimento web (html5):

    http://www.sitepoint.com/how-to-use-aria-effectively-with-html5/

    Como sempre, mais um episódio excelente!

    Beijos,

    Gustavo Tarchiani

    (Itu, SP)

  • Postando em nome do Gustavo Tarchiani que teve dificuldades com o Disqs

    Gostaria apenas de deixar uma pequena colaboração: um artigo que serve de introdução a ARIA (Accessible Rich Internet Applications) para quem trabalha com desenvolvimento web (html5):

    http://www.sitepoint.com/how-to-use-aria-effectively-with-html5/

    Como sempre, mais um episódio excelente!

    Beijos,

    Gustavo Tarchiani

    (Itu, SP)

  • Pedro Ribas

    A cada programa que acaba eu fico tipo “não tem como ter outro melhor que esse” e bom, sempre tem. Eu fiquei bem feliz com o tema dessa semana até por que era algo no qual era meio leigo e mais uma vez o Mamilos trouxe a luz da empatia pra minha vida (rs). É você acabar de ouvir o episódio e andar pela empresa e ver a quantidade de PNE’s que você nunca tinha pensado que a forma como você os trata pode ofende-lo (aquele olhar de pena). A participação dos convidados foi arrasadora, muito obrigado gente!

    Mas queria pontuar uma coisinha que a alguns episódios me faz desligar um pouco da pauta, as discussões por telefone, eu sei o quanto é importante a participação dessa galera mas acaba ficando bem monótono e reúne um monólogo cheio de conteúdo que as vezes não tem como prestar atenção (pelo menos eu ouço a maioria dos podcasts enquanto desenrolo as coisas aqui no escritório). Não sei se mais alguém passa por isso, então era só pra pontuar mesmo. <3

    • Sidney Andrade

      Oi, Pedro. Que bom que você conseguiu estar atento para a acessibilidade agora. Só queria esclarecer um detalhezinho, não se usa mais o termo PNE (Pessoa com Necessidades Especiais), porque acessibilidade garante a dignidade e a cidadania e esses direitos não são necessidades especiais. O termo mais adequado, por convenção da Organização Mundial da Saúde é Pessoa Com Deficiência (PCD), como foi mencionado no episódio, pois dá conta de atribuir uma característica ao cidadão que tem alguma deficiência mas não o determina por ser deficiente por inteiro simplesmente por um aspecto de sua conformidade física, sensorial ou cognitiva.

    • Sidney Andrade

      Oi, Pedro. Que bom que você conseguiu estar atento para a acessibilidade agora. Só queria esclarecer um detalhezinho, não se usa mais o termo PNE (Pessoa com Necessidades Especiais), porque acessibilidade garante a dignidade e a cidadania e esses direitos não são necessidades especiais. O termo mais adequado, por convenção da Organização Mundial da Saúde é Pessoa Com Deficiência (PCD), como foi mencionado no episódio, pois dá conta de atribuir uma característica ao cidadão que tem alguma deficiência mas não o determina por ser deficiente por inteiro simplesmente por um aspecto de sua conformidade física, sensorial ou cognitiva.

      • Pedro Ribas

        Entendi, obrigado pelo esclarecimento. Na verdade eu não gosto nem de defini-las por uma sigla ou coisa assim, são pessoas como nós, mas o uso do PNE foi uma consulta rápida aos colegas de trabalho que também não tinham noção, vou colocar todos eles para ouvirem esse episódio!

  • Pedro Braga

    Eita p0rr@ que programa!!! Tenho 37 anos e nunca me preocupei com quase tudo que foi discutido. Meninas, isso tem que ser divulgado pro Brasil inteiro!! Se todo mundo ouvir, a vida dos que precisam de acessibilidade vai melhorar absurdamente!
    Moro próximo a instituto de surdos em Laranjeiras, trabalho ao lado do instituto Benjamin Constant de cegos e agora já sei como me portar quando estiver perto de uma pessoa com estas necessidades. Inclusive, essa era uma barreira que eu tinha e ainda tenho, quando vejo uma pessoa cega na rua, não sei se ele se sentirá incomodado ou invadido por mim, que simplesmente quero oferecer algum tipo de ajuda. Será que ele não vai se sentir uma criança?

  • Pedro Braga

    Eita p0rr@ que programa!!! Tenho 37 anos e nunca me preocupei com quase tudo que foi discutido. Meninas, isso tem que ser divulgado pro Brasil inteiro!! Se todo mundo ouvir, a vida dos que precisam de acessibilidade vai melhorar absurdamente!
    Moro próximo a instituto de surdos em Laranjeiras, trabalho ao lado do instituto Benjamin Constant de cegos e agora já sei como me portar quando estiver perto de uma pessoa com estas necessidades. Inclusive, essa era uma barreira que eu tinha e ainda tenho, quando vejo uma pessoa cega na rua, não sei se ele se sentirá incomodado ou invadido por mim, que simplesmente quero oferecer algum tipo de ajuda. Será que ele não vai se sentir uma criança?

  • Beto Moreira

    Meninas, é a primeira vez que estou comentando mas já ouvi a varios outros casts de vocês. Mamilos é umas das minhas principais fontes de informação e reflexão a respeito de temas que eu achava ter minha opinião formada. Esse último foi fenomenal. Como sempre, vocês mostraram os dois lados e deram a esse grupo de PESSOAS voz e espaço para discutir sobre o que realmente eles precisam. Vale citar que o som do Mamilos é sempre incrível, inclusive teve um episódio em que conheci o talentosíssimo rapper negro e gay(também sou negro e gay) , Rico Dalasam, que me serviu de inspiração para um post do meu blog.

    Obrigado por existirem!

  • Julio Cesar

    Que lindo! Que lindo! Que lindo! Desde o Dragões de Garagem sobre deficiência eu venho buscando estudar e entender mais sobre esse aspecto. Antes eu achava que eu fazia o certo, e descobri que cometia alguns erros ingênuos no meio disso tudo. E principalmente quando descobri que o capacitismo existe também quando uma pessoa coloca uma cadeira no meio da única passagem pro banheiro acessível, e que se levantar com toda a gentileza do mundo quando um deficiente pedir licença não faz dele o exemplo de respeito àquela condição. Não, eu nunca fiz isso, mas entender que isso também é um desrespeito me fez ter mais raiva de quem o faz, e ser mais atento ainda em relação à isso.
    E o quão indescritível foi a emoção quando vocês anunciaram que o programa seria transcrito!!! Meus olhos se encheram de lágrimas, de ver que uma coisa que pra gente que escuta parece tão boba, mas que vai ser uma ajuda sem tamanho pra tantas outras pessoas!
    Parabéns!!!

  • Nay

    Eu não tenho realmente palavras pra descrever o quanto esse programa mexeu comigo e explodiu a minha mente, quebrou paradigmas, erradicou preconceitos… só queria deixar aqui meu MUITO OBRIGADA. Porque me sinto uma pessoa diferente depois de ter ouvido. Ai Mamilos… (insira aqui suspiros)

    PS: Straight Outta Compton PELOAMORDADEUSA façam mamilos sobre. O filme é bom na mesma proporção que foi ignorado.

  • Juliana Franchin

    Parabéns pelo programa, meninas!! Foi muito importante ouvir o ponto de vista de quem passa por isso sempre. Agora que eu já estou informada, vou prestar mais atenção =)

    Não sei se alguém já falou aqui nos comentários ou se vocês conhecem, mas tem o Tommy Edison, um cara cego que tem um canal no Youtube chamado Blind Film Critic. Além de descrever a percepção dele assistindo aos filmes com muuuito bom humor, ele também responde a algumas perguntas que os internautas fazem pra ele na internet. É muito divertido e também informativo! Super recomendo!!

    https://www.youtube.com/user/BlindFilmCritic

    Beijos e continuem que tá lindo! <3

  • Juliana Franchin

    Parabéns pelo programa, meninas!! Foi muito importante ouvir o ponto de vista de quem passa por isso sempre. Agora que eu já estou informada, vou prestar mais atenção =)

    Não sei se alguém já falou aqui nos comentários ou se vocês conhecem, mas tem o Tommy Edison, um cara cego que tem um canal no Youtube chamado Blind Film Critic. Além de descrever a percepção dele assistindo aos filmes com muuuito bom humor, ele também responde a algumas perguntas que os internautas fazem pra ele na internet. É muito divertido e também informativo! Super recomendo!!

    https://www.youtube.com/user/BlindFilmCritic

    Beijos e continuem que tá lindo! <3

  • Ana Carolina Fagundes

    Mais um ótimo episódio do Mamilos :)
    Minha contribuição sobre acessibilidade na cidade, tem algumas coisas concretas que podemos fazer:

    – SAC para a prefeitura – http://cidadeape.org/2015/06/09/sac-por-que-fazer-e-como-fazer/
    Como a Cidadeapé diz “Muita gente acha que o SAC não funciona. Ou que dá muito trabalho. Porém, se um muitos casos não dá resultados imediatos, ele ainda serve para muita coisa. E, posso afirmar, em muitos casos funciona sim. E o trabalho compensa. (…) Se um determinado assunto gera muitos SACs, eles são obrigados a fazer alguma coisa. E com nossas cópias de protocolos, podemos pressionar com muito mais propriedade.”
    (Eles falam de São Paulo, mas acho que dá para aplicar para outras cidades)

    #‎CalçadaCilada 2016 – organizada pelos ativistas do Corrida Amiga, APP com a ideia de documentar as “ciladas” das nossas calaçadas. Mais infos nesse vídeo https://youtu.be/fv1ZkCg6xUE
    Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.cidadera
    iOS: https://itunes.apple.com/br/app/cidadera/id682939449?mt=8
    Web: https://cidadera.com/tickets/new?locale=pt-BR

    – Conhecer e acompanhar as associações e coletivos de mobilidade ativa, eles trabalham para que nossas cidades sejam acessíveis para todos. Na própria página do http://cidadeape.org/ eles tem uma área com vários links.

  • Alessandro Arantes

    Hey, povo. Geralmente eu só ouvia o podcast sem me manifestar, mas dessa vez eu resolvi comentar pq queria expor algo q ficou martelando no fundo da minha cabeça enquanto eu ouvia o podcast.

    Seguinte… em muitos pontos, vocês defendiam uma mudança de paradigma total da sociedade em relação às pessoas com deficiências (sejam elas quais forem) pra não pensarmos nessas pessoas enquanto possuindo um defeito, que elas são só seres humanos diferentes como todos nós somos, e que elas só estão fora de um padrão que não existe. Eu entendo perfeitamente o RESULTADO que se busca adquirir com esse paradigma, mas eu não consigo deixar de ignorar que essas tais ditas características são parte da pessoa por uma fatalidade, um infortúnio, e só são permanentes porque a nossa ciência não dispõe de meios pra alterá-las ou revertê-las. E hoje existe muito esforço da parte da comunidade médica mundial em encontrar curar e soluções pra essas deficiências.

    Agora, se a sociedade como um todo mudasse esse paradigma, o que aconteceria com esse esforço? Pois se a pessoa não está com defeito, ela não precisa ser consertada. Se isso não é um problema, então não há necessidade de resolvê-lo. Uma sociedade que desproblematiza 100% as deficiências e as reduz a um status de mera característica não vai procurar curas e soluções para elas. Talvez isso seja até visto como anti-ético! Eu entendo perfeitamente o ponto colocado, de que nós é que temos de ter a responsabilidade de adaptarmos nosso ambiente à essas pessoas, e não que elas devam procurar sozinhas as formas de se adaptarem ao nosso ambiente. Mas ao mesmo tempo, não podemos perder de vista o fato de que as deficiências são problemas para os quais devemos encontrar a solução.

    Um abraço a vocês, e saibam que comecei a ouvir o podcast há pouco tempo e já sou fã. Adoro a forma como os assuntos são discutidos e já aprendi muito sobre muitas coisas diferentes da nossa sociedade através de vocês. Continuem com esse trabalho maravilhoso, e com certeza vou começar a comentar e me envolver mais. Beijos =**

  • Faz tempo que não falo com vcs!!! Mas esse episódio foi muito bacana e me inspirou a fazer algo que talvez seja inédito no Brasil. Eu refiz a programação do site e criei o primeiro site de anúncio de acompanhantes (gps) acessível a cegos. Cada link de cada acompanhante, agora, além do nome da garota, descreve as características físicas delas.

    Fui bem questionado sobre ter público, e respondi com a premissa do epsódio “quem nasceu primeiro? Não tem público pois não é interessante a eles? Ou não é interessante pois não é acessível???”

    Fechem os olhos, liguem o voice over e divirtam-se no pussycats.com.br