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Pouco Pixel 39 – A arte de lançar

Não basta estrear - tem de estrear em alto estilo

21.mar.2016

A primeira impressão é a que fica. Será mesmo? Adriano Brandão e Danilo Silvestre se lembram dos lançamentos dos grandes video games e ficam se perguntando: os jogos que os consoles colocam à disposição dos consumidores logo no primeiro dia de vendas são capazes de definir sucesso ou fracasso? Por que o launch lineup do Nintendinho foi especial? Como o Genesis deu certo, mesmo tendo perspectivas tão pouco animadoras? E o Dreamcast, hein?

(Este episódio foi trazido a você por Wikipedia. Você já fez sua contribuição?)

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00:02:00 – A arte de lançar
01:05:32 – Debate de bolso
01:30:35 – Cartinhas

Os famosos links no post

Jogos mencionados: “Pelé’s Soccer“… Não, mentira :) “Super Mario Bros.“, “Excitebike“, “Kung-Fu Master“, “The Legend of Zelda“, “Altered Beast“, “Space Harrier“, “Golden Axe“, “Sonic“, “F-Zero“, “NBA Jam” e “Virtua Fighter
> O artigo da Wikipedia sobre launch lineups
>
Eis R.O.B., o robô da Nintendo
> O famoso Tommy Lasorda – bom, entre os aficcionados de beisebol ele é certamente famoso!
> Genesis Does! (What Nintendon’t)
> Muzak é uma gravadora americana que ficou famosa por suas compilações de música de elevador
> Mahjong e shogi, dois milenares jogos de tabuleiro orientais (e o japonês Yoshiharu Habu, famoso enxadrista e jogador de shogi)
Um convidado bem trapalhão“, insuspeita comédia que é, na verdade, um filme experimental típico da contracultura

Groselhas

A “Missa” de Bernstein foi composta para um centro Kennedy em Washington, não em Nova York

O som do episódio

Sonic Adventure!

Mande cartinhas!

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  • Jefferson

    Canelada, no Saturn, o qual recebeu Tomb Raider primeiro, no japão vendeu mais que o 64 vide a infinidade de jogos japoneses não vindos ao ocidente, o mesmo recebeu resident 1 depois do ps 1, tanto saturn e dreamcast receberam jogos da capcom, snk, akklain, konami. Abraços.

  • Dex

    Vocês esqueceram de falar do Pelé Soccer

    • adrianosbr

      Não deu tempo :(

  • Patrícia

    Nossa, vocês me representam TANTO! Eu também ODEIO Popeye! Personagens feios e extremamente chatos, nunca entendi como pode ser tão popular! Hahahaha!

    De novo vocês me chamaram a atenção sobre a Nintendo e o Design. No programa passado foi o lance do UX, nesse a questão da forma como faziam a publicidade dos consoles. Nossa, como queria ter escutado esse programa quando estava iniciando o TCC na faculdade! =P

  • Pedro de Moraes

    Drinking game do Pouco Pixel: Vire uma dose sempre que mencionarem “Pelé Soccer”

    • adrianosbr

      Todo mundo beudo, eba!

  • Deivid Schlosser Onório

    Gosto muito da versão Pelé’s Soccer do Nintendo 64!

    • adrianosbr

      Meus olhos saltaram das órbitas :-O

  • Richelly Italo

    O podcast é realmente bom.
    Só não gostei de uma coisa:

    Tem um locutor falando aí entra outro falando com volume elevado, isso me incomoda um pouco.

    O conteúdo está muito bom, como disse. Vou adicionar a meu RSS no WeCast.

  • Rodrigo Pillotto

    Fiquei imaginando o universo paralelo em que aquele filme medonho do Super Mario fosse estrelado pelo Popeye…

    Quanto ao debate de bolso a minha experiência se assemelha muito ao que o Danilo relatou, só que no meu caso Não foi com os Beatles, mas sim com o Pink Floyd.

    No mas, mais um excelente cast!

    • adrianosbr

      E o medonho filme do Popeye com o Robin Williams?

      • Rodrigo Pillotto

        Vish, é verdade, tem aquele filme.
        Mas tem um desconto que o filme é mais antigo que o nintendinho, talvez nesse universo paralelo, em vez do filme do super Mario, eles fariam um reboot do filme do Popeye utilizando elementos do jogo. ( o que teria tudo pra dar errado novamente)

  • Sobre a história do Let It Be, tem um detalhe a mais: a versão do álbum que foi lançada teve produção do Phil Spector (que era o cara por trás de tudo da Motown, o grande selo de música negra dos EUA dos anos 60). Ele foi chamado de última hora, já após o fim das gravações da banda, refez as mixagens “cruas” do George Martin e acrescentou orquestra, coro e efeitos de estúdio ao disco.

    A versão limpa que o Paul desejava acabou sendo lançada em 2003 com o nome de “Let It Be… Naked”, e foi criticada por muita gente como sendo apenas um afago ao ego do Sr. McCartney.

    (Entrei no verbete da wikipedia sobre o Let It Be pra refrescar a memória antes de escrever. Pago minha mensalidade à wikipedia e também recomendo a todos que o façam!)