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Mamilos 62 – Obama em Cuba, Atentado em Bruxelas, Caco Infeliz

Jornalismo de peito aberto

25.mar.2016

Bem vindos ao Mamilos, essa semana Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Oga Mendonça e Mariana Della Barba para falar sobre Cuba, Bruxelas e um pouquinho de Brasil ia ia.

Dá o play nesse Mamilos. Ou você pode ler o conteúdo na íntegra.

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Leia o programa na íntegra
TRANSCRIÇÃO DO PROGRAMA

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GIRO DE NOTÍCIAS

Projeto que permite transferência de passagem aérea é aprovado na CCJ e pode seguir para Câmara

Sexismo e racismo derrubam presidente global da JWT
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Trending Topic

Obama em Cuba

Obama pede liberdade em Cuba e fim de embargo em discurso histórico

Obama vai para Cuba. Entenda o que ele deve fazer por lá

Obama está convencido de que embargo a Cuba vai terminar

Leia a íntegra do discurso histórico de Obama em Cuba (em inglês)

Visita histórica: O que Barack Obama quer em Cuba?

‘Cuba tem presos políticos?’: a pergunta que incomodou Raúl Castro durante visita de Obama

Em final de mandato, Obama vira ‘descongelador’

Atentado em Bruxelas

Por que a Bélgica tornou-se um alvo terrorista?

Europa unida contra o desafio terrorista

Atentados em Bruxelas: o que sabemos até agora?

Terrorist Bombings Strike Brussels: What We Know

Khalid, Ibrahim e Najim. Foram identificados os terroristas dos atentados em Bruxelas

‘Pelo menos 31 mortos’ em ataques em aeroporto e metrô em Bruxelas; ‘EI’ assume autoria

Por que a Bélgica se tornou um alvo terrorista?

Brussels Bombing Reveals Europe’s Security Dilemma

Outros ataques terroristas

Caco Infeliz

Audio divulgado pela Mídia Ninja

Chico proibirá Botelho de usar suas canções

Cláudio Botelho se defende após polêmica

Caso Botelho repercute no meio artístico

Botelho um artista insubmisso

Botelho e a polarização da política
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Farol Aceso

Ju –
Podcast Código Aberto 2: Entrevista com Ricardo Laganaro da O2 e

Livro Saga Brasileira

Série O Imperador do Conn Iggulden

Livro 11º Mandamento

Podcast ONDEM Cabo Verde

Cris –
Matéria O que acontece quando você só vê opiniões parecidas com as suas

Projeto Entreviste um negro

Documentário Dzi Croquetes

Mari –
Newsletter Lena Duhan

Newsletter This

Oga –
Filme Entre os Muros da Escola

Livro A Ilha

Documentário Sob a Névoa da Guerra

Comente

  • André Eggers Muniz

    OI meninas, eu não estou conseguindo achar as sugestões de vocês. Eu não sei se é só aqui. A minha semana só começa depois das sugestões de vocês hahahaha

    • Cris Bartis

      ooooo sory, eu esqueci de publicas. acabei de colocar la =)

  • chulungs

    4:20 gente vamo relaxa

  • Rodrigo Bento

    pois é…não achei os links =(

    • Cris Bartis

      calma, calma. coloquei lá =)

  • Olá, Meninas! Parabéns por mais um ótimo programa.

    Sou artista, educador e mamileiro espalhador da palavra, principalmente para meus alunos de teatro. Muitas vezes acabo não vindo aqui comentar os episódios, ou por falta de tempo, ou por preguiça mesmo (mea culpa). Mas o caso Claudio Botelho tocou forte em meu peito e gostaria de contribuir com minha visão a respeito do acontecido.

    Fica cada vez mais claro que vivemos um tempo conturbado, de ânimos muito exaltados e de visões rasas (esquerda ou direita, petralha ou coxinha). O que houve foi mais um capítulo dessa guerra, que certamente será contada pelos historiadores e sobre a qual ainda não me arrisco a tecer opiniões. Sei que tudo isso me deprime profundamente. Achava que no dia em que as pessoas discutissem política com a mesma paixão de quem discute futebol, o Brasil avançaria. Mas eu estava enganado.

    Com este cenário em vista, penso que qualquer manifestação e posicionamento pode gerar uma reação inflamada do lado oposto. Dessa forma, creio que o comentário feito pelo artista foi, como vocês disseram “infeliz”. Diria também que foi pouco cuidadoso. Acredito que a utilização da palavra “ladra” e provavelmente o tom utilizado no caco, causou a reação e toda a confusão. Mas até aí, reservo ao artista o direito de manifestá-la. Toda arte, assim como qualquer informação, carrega um viés (acho que já ouvi isso em algum lugar…), mesmo não tendo relação com a obra do Chico. Cada um faz a leitura que quiser da obra. Vi um episódio do Café Brasil, onde o Luciano Pires comenta como usa as músicas do Chico para se manifestar contra o governo atual. O artista tem todo o direito de manifestar seu ponto de vista e sua leitura em relação a uma obra.

    O que é difícil para mim, é entender como este mesmo artista não entende o fato que vivemos num período turbulento e que sua manifestação pode dar margem à manifestação da plateia, que também possui este direito. Claudio Botelho tem todo direito de manifestar sua indignação em relação ao momento atual e ao governo vigente, mas deve ter a consciência de que ao público lhe é reservado o mesmo direito. Da mesma forma que o público pode manifestar-se aplaudindo em cena aberta, pode manifestar-se contrariamente ao que se diz na tribuna do palco. Tirar este direito, é tirar o que o teatro tem de mais valioso: o contato direto com o público.

    Historicamente, sabemos de manifestações de plateias não só em apresentações teatrais, como em outras formas de manifestações artísticas. O público dos “Festivais” não se manifestaram? Não houve manifestações contrárias e inflamadas durante a Semana de Arte Moderna? Por que razão seu Claudio Botelho estaria acima dessas reações? Porque em sua visão, “o artista é um rei e não pode ser peitado por um nego, um filho da puta que está na plateia”? Não acredito na figura do artista como alguém superior, uma casta privilegiada. O Ator é um servidor, alguém que pode lançar luz a questões importantes da nossa sociedade. É um ser que pode trazer à tona grandes discussões. E neste ponto, a postura dele foi bastante produtiva; por outro lado, quando ele se coloca num patamar a cima de quem assiste e não lhes reserva o mesmo direito de manifestação, ele comete uma falha grave. O ator precisa ter a escuta muito bem refinada e faltou a ele, neste caso.

    Beijos e muito obrigado por mais um programa que usarei para debater com meus alunos.

    • Rogério Calsavara

      Entrei aqui para deixar a minha opinião sobre o acontecido, mas achei o seu comentário tão bem escrito que achei melhor deixar a minha opinião como resposta.
      Concordo com tudo o que você disse. A platéia tem o direito de se manifestar, até aí tudo bem, o que não concordo é que um grupo da platéia impeça a continuação do espetáculo. Aí não, eles não tem esse direito! E é um desrespeito com o restante do público que queria que a peça continuasse. Quem não concordasse, que vaiasse, xingasse e aí saísse do teatro. Mas impedir a continuação da peça eu acho um absurdo!

      • Oi, Rogério! Muito obrigado pelo carinho!
        Também penso que a resposta do público foi muito intensa. Eu, particularmente, não interromperia uma apresentação de um colega de trabalho, seja ela qual for. Todas as posições políticas e ideológicas têm seus representantes nas artes. Mas talvez o momento que estamos vivendo seja tão delicado, que favoreça uma confusão generalizada, como aconteceu, o que é lamentável.
        Forte abraço!

  • Aceitei essa recomendação da Juliana Wallauer no ano passado e li o ‘Saga Brasileira’ da Miriam Leitão. Ótimo livro! Obrigado pela dica! Aproveito para recomendar outro livro, também da Miriam Leitão e quase uma continuação do ‘Saga Brasileira’, que é o ‘História do Futuro’. Fala sobre as perspectivas de futuro para o nosso país e o que realmente devíamos estar discutindo sobre economia, política e demais questões sociais. Vale a pena ler esse depois do que a Juliana indicou.

  • Rogério Calsavara

    Sobre o “zeitgeist” (é assim que escreve) da população americana com Cuba, não podemos esquecer que Cuba foi o pivô da maior crise entre Estados Unidos e URSS. Como o Oga comentou nos Faróis Acesos, naquela ocasião faltou muito pouco para estourar a Terceira Guerra Mundial. E a população americana estava ciente disso. Se não me engano o presidente americano da época fez pronunciamentos em TV à população alertando sobre a guerra eminente. E mesmo após a Crise dos Mísseis, Cuba sempre foi uma espinha entalada na garganta dos EUA. Um verdadeiro pedaço da URSS no quintal dos EUA. Mesmo passado tanto tempo acho bastante compreensível que muito da população americana ainda tenha muitas reservas com Cuba.

  • Aline Viana

    Passando só pra dizer que o curso de Love Brands da Ju é incrível e super vale o investimento :)

  • Mike Lopes

    Tem uma questão nesse lance de Obama em Cuba e que dá pra estender pra Colômbia que é o uso do diálogo e esperar o tempo histórico para restabelecer laços e a própria democracia.

    Tentar “impor” a democracia e/ou seus interesses na porrada gerou ditaduras miltares na América Latina e extremismo islâmico (O ISIS é produto direto da invasão ao Iraque).

    Grande acerto de Obama e que me dá medo de um possível governo Trump.

  • Seguindo recomendação da Cris Bartis e assistindo o documentário ‘Dzi Croquettes’. Já tinha notado que estava disponível no Canal Brasil play para assistir, mas ainda não tinha visto. Excelente filme!

  • radagast

    Segue o Mamilos Versao Festival da Cancao. nada de comentar obras roubadsas pelo Lula da Presidencia ou sua nomeação relampago pra se livrar da Lava Jato, com direuito a Diário Oficial extra e nomeação e posse em menos de 24 horas.ao inves disso, sigamos com o Festival dos Festivais e vamos falar de outras coisas., Semana que vem, receita de bolo de cenora na pauta principal.

    • Pedro de Moraes

      Se você quiser ouvir sobre esses temas, tem um monte de outros podcasts que estão discutindo sobre isso: Anticast, NBW, LEXCast… Eu entendo o lado das meninas de não quererem “saturar” o Mamilos com esse assunto específico, sendo que há milhares de outras coisas acontecendo no Brasil e no mundo.

      • Luiza

        Onde eu curto sua resposta? É isso mesmo! Precisamos discutir outras questões também. E ir para outras mídias buscar outros assuntos, se for o caso.

  • Carlos Cruz

    Pessoal o Mamilos me foi apresentado a pouco, algumas opiniões, falas e impressões me causaram estranheza mas ok, o que seria do vermelho se todos gostassem do azul.
    Percebi, ao ouvir alguns programas anteriores, que não só eu me sentia incomodado, mas volta e meia nos comentários lidos por vcs, às vezes em tom de “mea culpa” outros ouvintes também externaram isto, muitas vezes com pesar…
    Como disse antes ouço o Mamilos a pouco tempo, ele ainda estava num período de avaliação e hoje infelizmente ele “caiu” com as opiniões externadas na parte do “caco infeliz”.
    Uma pena, vcs são bons, mas falta algo. Talvez ouvir seus próprios programas anteriores.
    Boa sorte, um dia talvez eu volte…

  • Igor Fernandes

    Ju acredito que você deve estudar um pouco mais sobre Cuba, Cuba não é essa ditadura que você “pintou” no podcast. E o que é democracia? Isso é muito relativo. Os EUA do presidente Barack Obama são uma “democracia” a que preço? Bombardeando dezenas de países, apoiando ditaduras ao longo da História (a nossa por exemplo). Obama não é o bom moço que vocês apresentaram. Ele pode ser simpático mas a simpatia dele é uma casca cheia de interesses, EUA não é mocinho não, vocês sabem. E Cuba não é vilão. Recomendo o documentário “The Propaganda Game” disponível no Yutube, dá pra fazer uma ótima reflexão sobre esse tema.

  • Patrícia

    Gurias, gostei do programa, mas achei a parte sobre o atentado meio estranha de ouvir. É que eu também sou ouvinte do Anticast, e de outros programas que eles indicam / convidam pessoas, como o Xadrez Verbal etc, e em alguns momentos tive a sensação de ouvir vocês perdidas pra falar sobre coisas que já foram explicadas lá. Por exemplo, as origens do ISIS, os conflitos na Síria, etc.

    Não sei se convém pensar em fazer um programa “crossover” de Anticast com Mamilos, por um lado acho que seria legal porque vocês têm outros questionamentos e outras visões, e por outro seria estranho porque claramente são professores que têm uma bagagem que vocês não trazem, então talvez não daria certo em termos de debate. E ainda tem o risco de repetir conteúdo.

    Enfim, fica a indicação de escutar, mesmo levando 3h cada programa, pq o Ivan não tem vergonha na cara e solta programa grande mesmo. XD

  • Então significa que se tem alguém em uma situação pior que a sua você precisa se sentir confortável e se calar? Desculpe mas não acho isto.

  • Pamella Oliveira

    Oi, pessoal amado <3.
    Quase não comento aqui, embora ouça religiosamente todos os programas, mas hoje eu senti uma vontade imensa de fazer alguns comentários.

    Quanto ao desnecessário do Caco, acho que dialoga demais com a questão do diálogo vazado do Lula. Neste episódio ao qual me refiro, o ex-presidente se referiu às feministas do PT como "mulheres de grelo duro" (a Lola do blog Lola Escreva fez, inclusive, um texto muito bom sobre isso) e o que não faltou foi gente querendo posicionamento das feministas. Esse é o reflexo da mistura quase tóxica entre público e privado, tão comum atualmente devido ao tênue limite que os separam. Abomino as palavras de Caco, mas ainda mais a atitude de quem vazou o áudio. Acontece que uma pessoa pública é também uma pessoa privada, que conversa com os amigos e é, sim, preconceituosa e babaca nas atitudes com os seus, somos todos, o ser humano é falho. Estudei essa relação por algum tempo analisando blogs e diários, e o que mais fica dessa análise é a escolha do que vai ao público, a escolha do que vai ser divulgado a fim de criar uma figura pública. É muita inocência pensarmos que o autor do diário é aquela pessoa tal qual ele descreve, ainda que tenha falhas, ele tenta ser engrandecedor, ele precisa ser mais. O mesmo ocorre com o Caco, ele disse "nego" como uma forma de se referir a "qualquer um", funciona como o uso de expressões como "não sou tuas negas", é o maldito do racismo estrutural, como vocês mesmas disseram. Isso, claro, não o exime da culpa, mas acho que vale a pena levantar a discussão. Vale voltar ao Capital Inicial: "o que você faz quando ninguém te vê fazendo?", porque, no fundo, não somos perfeitos, nos policiamos para sermos melhores no público, primeiramente.

    Uma outra coisa: vocês repetiram várias vezes que ele fala "eu sou rei", mas eu não ouvi isso no áudio (me corrijam, se eu estiver errada), ouvi ele dizer que, no palco, o ATOR É REI e não pode ser peitado. Entendo a posição dele e até concordo de que o artista quando apresenta sua arte está num pedestal, um palco iluminado, a posição é mesmo a de um deus, de um rei, porque subentende-se que ele é o principal ele, é a parte mais importante (e é, pessoas pagaram para assisti-lo), mas ele não disse que ele próprio era um rei e sim que essa era sua função enquanto apresentador da peça.

    Acho que é isso.

    Ah, mandem beijo para Goiânia :).
    Beijo grande ;*

  • Daniel Mendonça

    Ex-presidente americano não pode assumir cargo público? Claro que pode, tanto que a Hillary já avisou que se ela for eleita vai indicar o Obama para a Suprema Corte.

  • mstrey

    Venho aqui fazer uma solicitação técnica de grande valia para os consumidores de podcast por agregadores de conteúdo. Incluam no titulo do post, no RSS, o nome do podcast.
    exemplo: la no RSS este episódio aqui está com titulo “#62 – Obama em Cuba, Atentado em Bruxelas, Caco Infeliz”. Dentro do meu agregador não tem como saber de quem é esse episódio. poderiam deixar no RSS o mesmo titulo que é utilizado aqui no post “Mamilos #62 – Obama em Cuba, Atentado em Bruxelas, Caco Infeliz”

    Com isso não precisarei mais abrir o episódio para saber de quem é, só pelo nome já consigo identificar.

    valeu.

  • Helaine Martins

    Meninas, que massa ouvir vocês indicando o Entreviste um Negro! Recebi alguns e-mails de pessoas querendo se cadastrar depois de conhecer o projeto pelo podcast ❤ quem quiser saber mais é só acessar o nosso Instagram @entrevisteumnegro ou facebook.com/entrevisteumnegro Valeu pela força! Bjs, Helaine

  • mstrey

    Já escrevi essa sugestão em outro episódio mas venho aqui reforçar e apresentar mais um argumento favorável ao meu ponto de vista.

    Atualmente o titulo do episódio no Feed tem apenas o número e o nome do episódio mas não tem o nome do podcast. peço que verifiquem a imagem em anexo e me digam como é possível para o usuário identificar quem é o produtor de cada um dos itens da lista? OK, no caso do mamilos o icone do mamilos está bem grande ali pra quem quiser ver. Mas e quem não pode ver?

    Imagine um deficiente visual consumindo muitos episódios. Como ele vai saber qual é o produtor de cada episódio? Clicando sobre ele e abrindo uma tela com detalhes. Se ele tiver 10 itens na lista sem identificação, serão no mínimo 20 interações (uma pra abrir os detalhes e outra pra fechar) para identificar todos. Caso o nome do produtor já esteja no título basta ler os títulos da lista.

    Então ao invés do padrão “#NN – MONOMONO” sugiro alterar para “Mamilos #NN – MONOMONO”.

    Valeu pela atenção e espero que aceitem a sugestão.
    Abraços.

  • Wylma Rocha

    Passando para falar que vocês quatro juntos compõem um equilíbrio perfeito nas discussões. Adorei o programa, forte abraço a todos, gostaria de pedir encarecidamente que o quarteto se reúna num futuro muito próximo. P.S.: Vim aqui para comentar o ocorrido do teatro mas ai encontro o comentário do Varlei e não tenho mais o que falar. Aí, quando ia comentar o comentário, encontro o comentário do Rogério, que ilustra bem o que o que pensei sobre o fato. Então, deixo registrado apenas meu comentário sobre o comentário do comentário.