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Morre Christopher Lee, ator e honrado cavaleiro do metal

Obrigada por tudo, mestre!

por Amanda de Almeida

Uma das coisas que mais me deixam chateadas quando ligo o computador de manhã para começar a trabalhar é quando as notícias logo cedo são ruins. Óbvio que há muita coisa ruim acontecendo no mundo todos os dias, mas por alguns momentos, recebemos permissão para esquecer o mundo lá fora e viajarmos para outras realidades e lugares, vivenciarmos outras histórias.

Isso acontece por meio do entretenimento, da leitura, da música e do cinema.

É por isso que é tão ruim ler a notícia sobre a morte de Christopher Lee no domingo, aos 93 anos, vítima de insuficiências cardíaca e respiratória.

Ao longo de quase 70 anos de carreira, Lee deu vida a grandes personagens, sendo reconhecido por diferentes gerações como Drácula, Conde Dooku (aqui no Brasil chamado de Dookan) e o mago branco Saruman. Mas estes são apenas três personagens que não resumem, nem de perto, tudo o que este ator fez no cinema, teatro e televisão.

Aliás, falando em Saruman, Christopher Lee foi o único ator do elenco de “O Senhor dos Anéis” que conheceu J.R.R. Tolkien pessoalmente. E o escritor disse a ele que, se algum dia sua obra fosse para o cinema, gostaria que ele interpretasse outro mago, Gandalf. No final das contas, Peter Jackson acabou optando por Ian McKellen para o papel, o que não quer dizer que Lee não tenha sido brilhante como Saruman.

O ator também se dedicou à música, mais especificamente ao metal sinfônico, gravando com a banda Rhapsody of Fire e solo, dando toques bastante pessoais a algumas músicas bem conhecidas, como “My Way” e “The Impossible Dream”.

Obrigada por tudo, sir Christopher Lee.

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