Caixa de som aposta em garrafas PET para proporcionar uma melhor experiência sonora

Sodapop pode chegar a até 10 dB de volume graças ao espaço vazio de uma garrafa de plástico

por Pedro Strazza

O advento dos aparelhos de som portáteis foi deveras importante para toda uma geração de jovens em busca do som perfeito para suas festinhas, churrascos e viagens, mas enquanto estes aparatos se mostraram ideais para proporcionar algumas horas de diversão para seus donos eles ainda oferecem alguns obstáculos em termos de qualidade de som – afinal, suas limitações de tamanho são um empecilho para que suas configurações sejam capazes de emitir sons mais graves, com menos de 10 decibéis.

Este é um problema que o Sodapop agora quer resolver através de um recurso, vamos colocar assim, “reciclável”. Desenvolvido em Oslo, na Noruega, o novo aparelho de som portátil usa de garrafas para reproduzir frequências sonoras mais baixas.

O sistema mais ou menos de maneira simples e com qualquer tipo de garrafa, sendo vidro ou PET. Ao se encaixar o receptáculo na caixinha e colocar sua música favorita para tocar, o aparato usa de uma membrana flexível para gerar as ondas sonoras que não consegue alcançar sozinho, “sugando” o ar dentro do vasilhame utilizado. A ação, pelo menos de acordo com os criadores, quase triplica o potencial sonoro do Sodapop, que pode chegar a um volume de até 10 dB.

Claro que esse procedimento não torna o Sodapop tão perfeito quanto outros aparelhos no mercado, mas ainda que deva existir alguma perda de definição no som ele já deve ser suficiente para melhorar o ambiente das festas improvisadas da vida.

Com sua campanha no Kickstarter tendo batido a meta de arrecadação de vinte e quatro mil dólares, os criadores afirmam que o Sodapop pode chegar no mercado até o começo de outubro, com expectativa de preço de 52 dólares a unidade.

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