O futuro do cinema pós-pandemia

Braincast 427

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Capa - O futuro do cinema pós-pandemia

Qual o mercado que os cinemas vão encontrar após quase 2 anos de lançamentos adiados, salas fechadas e avanço brutal do streaming.

Na semana passada, o Brasil e vários países do mundo anunciaram a estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer“. O mais recente filme do James Bond foi a primeira grande produção que teve sua estreia adiada devido à pandemia do Coronavírus, e sua estreia nesse momento de vacinação avançada e retorno gradual de atividades, acaba sendo um indicador simbólico que podemos retomar a vida como ela era – ou ao menos o mais próximo possível disso. A indústria do cinema foi uma das muitas que se paralisaram na pandemia – seja pelas salas de cinema fechadas em todo mundo, seja pelos riscos de contaminação nos sets de filmagem. Planos foram adiados, gravações foram interrompidas, cronogramas foram perdidos e um prejuízo bilionário foi amargado pelas grandes empresas.

Enquanto isso, as pessoas confinadas em casa passaram a exigir do streaming uma estrutura maior do que jamais existiu – e os serviços pareciam prontos para a batalha. Logo, filmes que aguardavam lançamento foram tragados pela guerra feroz das plataformas e lançados diretamente nos serviços de vídeo sob demanda. Enquanto as bilheterias demoram a engatar, mesmo com grandes chamarizes como Shang-Chi e o próprio 007, projeções afirmam que a recuperação da arrecadação dos cinemas será lenta, mas virá – resta saber qual a estrutura que o público encontrará quando tiver de pipoca e ingresso em mãos.
No Braincast 427, Carlos Merigo, Alexandre Maron e Pedro Strazza discutem o retorno das salas de cinema, a influência da pandemia na indústria, os impasses entre distribuidoras, produtoras e plataformas e o que os dados e fontes dizem sobre os bastidores e as perspectivas desse mercado.





VOLVO

Quando a gente diz que um mundo sustentável é responsabilidade de todos, é porque é de todo mundo mesmo.

E a Volvo reconhece isso, e age pela solução, que vai muito além de reduzir emissões de escapamento. A marca comanda muitas ações para proteger o futuro do planeta.

A nova geração de veículos da Volvo será de carros totalmente elétricos. E que, além disso, não usarão couro de origem animal em sua composição.

E tem mais. Até 2025, a marca planeja que 25% do material utilizado em novos carros será de conteúdo reciclado ou natural. Pra isso, a Volvo investe em pesquisa e em inovação.

O Nordico é um exemplo perfeito disso. Esse material que irá revestir o interior de vários carros Volvo é feito de tecido extraído de recicláveis (inclusive de garrafas PET!), das florestas sustentáveis da Suécia e Finlândia e até de rolhas de vinho reaproveitadas.

E claro, a Volvo também está de olho na origem de seus insumos.

E até mesmo por trás da lã usada pela marca, há uma preocupação com rastreabilidade e responsabilidade. Afinal, sustentabilidade envolve mais que reduzir emissões de gases.

Tem a ver, também, com escolher bem os parceiros para aquilo que produzimos.

Siga a Volvo Cars nas redes sociais e acompanhe os resultados contínuos dessa busca por um mundo melhor.



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O Braincast é uma produção B9

Apresentação: Carlos Merigo
Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo
Produção: Bia Souza
Apoio à pauta: Hiago Vinicius
Edição: Mariana Leão, com a supervisão de Alexandre Potascheff e apoio de Angie Lopez
Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça
Identidade Visual: Johnny Brito
Coordenação Digital: Agê Barros, Pedro Strazza e Hiago Vinicius
Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza e Telma Zennaro