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O futuro do cinema

Gente 20

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Gente Conversa #20: Dá pra imaginar os próximos 125 anos do cinema?

A pandemia fez os planos virarem um presente mais do que urgente – nove entre dez brasileiros que têm internet em casa usam os serviços de streaming. Seria esse o caminho para a poderosa indústria cinematográfica?

Sem grandes inovações técnicas, mas com uma grande transformação de conceito, o streaming promete ser a nova era do cinema. Para discutir o tema, o podcast Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, reuniu um time de peso: Teresa Cristina, cantora, compositora e uma das comentaristas do Oscar neste ano; Daniela Evelyn, Coordenadora de Consumer Insights no Telecine; e Bruno Roedel, Coordenador de Conteúdo Linear no Telecine.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, que a mágica experiência de ir ao cinema foi transportada para dentro de casa. Foi o momento da rica e poderosa indústria do cinema se dobrar às exigências de quem pode optar por assistir ao lançamento no conforto do lar. Para Bruno Roedel, ao contrário do cinema tradicional, que em geral abre mais espaços para transmitir conteúdos comerciais, o streaming oferece um cardápio completo para todos os gostos. “Dá voz a mais gente, de lugares variados e com mais diversidade de gênero. É possível num mesmo lugar obter uma lista de filmes mais intelectualizados e que fazem pensar e também os que divertem e fazem abstrair”, aponta Roedel.

Assim como ocorreu na música, as plataformas digitais no audiovisual ajudam a democratizar e pluralizar as vozes, conteúdo e o alcance. “Ir ao cinema ou assistir de casa são experiências complementares, uma não invalida a outra. Quando saímos de uma sala da caixa preta da sala de cinema, o choque com as luzes de fora e o contato com a realidade à minha volta são importantes pois me dizem que aquela fantasia acabou. E isso acho muito importante em filmes de ação e de violência, por exemplo”, analisa a cantora Teresa Cristina, que recordou também dos momentos marcantes das suas lives musicais, no início da pandemia.

Esse poder que o cinema tem de construir pontes, transforma o mundo e as pessoas. Ainda mais em tempos desafiadores que estamos vivendo. “O filme tira as pessoas da realidade, da rotina. E tem um grande potencial de criar empatia, faz com que as pessoas tenham outras vivências a partir das histórias narradas”, conta Daniela Evelyn.

Vem com a gente =)