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# Vivo pede para você largar o celular no Réveillon
- URL: https://www.b9.com.br/vivo-largar-celular-reveillon/
- Published: 2025-12-12T17:11:11.000Z
- Updated: 2025-12-12T17:11:11.000Z
- Description: Operadora transforma histórias reais dos embaixadores em filme e troca o "on" do réveillon por "off" em ação nos aeroportos
- Author: Carlos Merigo
- Tags: Brasil, Criatividade, Africa Creative, fim de ano, Gabriel Medina, Rayssa Leal, smartphones, vivo, #wp, #wp-post

A **Vivo** estreia sua campanha de fim de ano pedindo que as pessoas troquem mensagens por presença. O conceito, criado pela **Africa Creative**, é *"É tempo de menos envio e mais entrega"*, e sim, a ironia de uma operadora de telefonia sugerir que você use menos o celular é intencional.

**Por que importa:** O discurso de "desconexão digital" virou território disputado por marcas de tecnologia. A Vivo repete a fórmula pelo terceiro ano consecutivo com a plataforma *["Tem Tempo Pra Tudo"](https://www.b9.com.br/vivo-denise-fraga-vida-convida/)*.

**Pelos números**

- 97% dos brasileiros acessam apps de mensagem diariamente
- 34% mantêm o aplicativo aberto o tempo inteiro
- 30% querem reduzir uso de tecnologia em 2025 (era 16% em 2023)

**O filme**: A campanha mostra histórias reais dos embaixadores da marca. Gabriel Medina visita o padrasto para agradecer a parceria na carreira. Rayssa Leal surpreende a bisavó entre treinos. Denise Fraga aparece no teatro para apoiar uma atriz iniciante. Na trilha, uma versão de *"Coming Home – Part II"*, de Skylar Grey.

**A ação Reveilloff**: A Vivo criou um termo próprio trocando o "on" de réveillon por "off". A ação aparece nas redes sociais e em painéis nos aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília na última semana do ano.

**A real**: A Vivo encontrou um nicho confortável: ser a operadora que “finge” não querer que você use seus serviços. O paradoxo funciona porque soa generoso, mesmo que o negócio dependa do oposto. A execução com histórias reais dos embaixadores adiciona uma camada de autenticidade que campanhas genéricas de "conecte-se com quem importa" não conseguem.