The Rock é a celebridade que os norte-americanos mais querem ouvir no seu smart speaker

Estudo da Adobe também mostra que o mercado de anúncios de voz tem muito ser explorado

por Pedro Strazza

Um estudo lançado hoje (17) pela Adobe revela que 1 a cada 3 pessoas tem interesse em contar com uma celebridade como voz de seu smart speaker de preferência, seja este um Google Home ou Alexa. Realizada com 1025 consumidores estadunidenses, a pesquisa conduzida pela Adobe Digital Insights chegou a essa conclusão à partir da constatação de que o mercado de anúncios por voz está ganhando força no país, onde a tecnologia dos assistentes virtuais encontra-se mais disseminada – e como os famosos desde sempre servem como autoridades de credibilidade para a publicidade, eles obviamente ganham centralidade neste mercado.

Mas se as celebridades estão em alta no “mercado” de smart speakers, quem exatamente o público almeja ter como assistente pessoal para ligar os aparelhos da casa e programar a agenda? De acordo com os dados da Adobe, a resposta é ninguém mais que Dwayne “The Rock” Johnson, o nome mais popular da enquete com 47% da preferência da galera.

O astro dos filmes de ação hollywoodianos é seguido de perto por Will Smith, que obteve em torno de 43% dos votos da pesquisa. Outros nomes bastante populares entre os consumidores estadunidenses são Arnold Schwarzenegger (35%), George Clooney (33%) e Chris Rock (31%); a única mulher presente na parte superior do ranking é a apresentadora Oprah, lembrada entre 30% dos entrevistados.

A parte mais interessante do estudo é mesmo a questão do mercado de anúncios por voz, porém. De acordo com a ADI, 43% do público submetido à pesquisa acredita que o meio é “menos intrusivo” que a publicidade de TV, impressa, online e até mesmo social, com 35% dos entrevistados não pulando os anúncios e 39% tendo declarado que já adquiriram itens depois de ouvir a propaganda em seu smart speaker. Os itens mais procurados são alimentos, itens de limpeza, entretenimento, roupas e serviços delivery.

Você pode ler a pesquisa na íntegra aqui.

Compartilhe: