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O Facebook quer conquistar a China
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, na Muralha da China

O Facebook quer conquistar a China

A maior rede social do mundo lança o app Colorful Balloons para estudar o comportamento de usuários chineses

por Charles Omoregie

A China já incluiu na sua lista de banimento o Facebook, Instagram e até mesmo o todo-poderoso Google. Lá as buscas na web, em sua maioria, são feitas pelo Baidu. Sim, pasmem. A mesma empresa dona daquele anti-virus chatinho, que leva o mesmo nome.

Mas, pelo visto, toda essa resistência ainda não foi o suficiente para afastar Mark Zuckerberg e seu plano de dominação mundial, para entrar nesse mercado, que já supera a terra do Tio Sam em faturamento por compras via e-commerce, vale tudo.

Dessa vez a estratégia é lançar um app chamado Colorful Balloons, o irmão gêmeo chinês do app Moments, desenvolvido como uma rede social de compartilhamento de fotos. A diferença, além do nome, é que a versão chinesa não leva nenhuma menção ao Facebook e é compatível com WeChat, a rede social mais popular da China, além de ser administrado por uma empresa local, “sem vínculos” com a Grande Rede.

Comparação do App Colorful Balloons, à esquerda, em relação ao app Moments. Foto: Reprodução/NYTimes

Nós temos dito há muito tempo que estamos interessados na China, e estamos gastando tempo entendendo e aprendendo sobre o país de diferentes formas.” – disse o Facebook em depoimento.

Prova de que o mercado chinês é realmente uma peça chave nos objetivos da rede social para vencer essa partida de War, é que Mark Zuckerberg alterna seu tempo entre aprender chinês, se reunir com políticos e até mesmo ler sobre propaganda comunista chinesa.

Resta esperar o próximo turno e quais serão os movimentos do Facebook neste tabuleiro.

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