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Disney Plus terá conteúdo de outros estúdios (pelo menos a princípio)

Disney Plus terá conteúdo de outros estúdios (pelo menos a princípio)

Série produzida pela CBS estará entre os conteúdos iniciais da plataforma de streaming da Disney

por Matheus Fiore

Com lançamento agendado para o fim de 2019, o Disney Plus vem ganhando cada vez mais destaque e agora a todo momento é divulgada alguma novidade sobre o projeto. Na última reunião com os investidores, por exemplo, a Disney avisou que deixará de ganhar 150 milhões de dólares em 2019 por conta dos investimentos na plataforma.

Na mesma reunião que originou a informação do prejuízo, foi definido também que a empresa a princípio utilizará conteúdo de terceiros em sua plataforma. A empresa já licenciou uma série da CBS para ser exibida no Disney Plus e mais casos como esse devem ocorrer nos primeiros anos do funcionamento da plataforma. “Diary of a Female President” foi originalmente produzida pela CBS, mas será distribuída no Disney Plus.

O serviço contará com um enorme número marcas de posse da Disney, como Marvel, LucasFilm, Pixar, National Geographic e a própria Disney Studios. A seleção do conteúdo e a produção dos novos programas e filmes serão focados para um público diversificado, para agradar toda a família.

Outra novidade relacionada ao Disney Plus é que o próximo filme da Marvel, “Capitã Marvel”, deve ser, assim que sair dos cinemas, o primeiro filme exclusivo do serviço. A tendência é que os próximos lançamentos da Disney sigam o mesmo caminho e estejam cada vez mais raros de se encontrar fora da plataforma oficial.

Sobre o licenciamento de conteúdo de outras marcas ou produzidos externamente, ainda não se sabe tudo o que estará disponível no Disney Plus. É provável, porém, que esses conteúdos externos sejam utilizados principalmente nos meses iniciais da plataforma, quando a empresa ainda não tiver lançado suas séries e filmes inéditos.

A política de proteção do próprio conteúdo, porém, indica um futuro em que os serviços de streaming serão cada vez mais fechados nas próprias marcas. A Netflix, por exemplo, tem focado em maximizar a produção de conteúdo original para, com o tempo, não precisar mais pagar pela licença de séries e filmes de terceiros.

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