SXSW 2019: O que ninguém está falando sobre o SXSW

Algumas curiosidades sobre como é frequentar um dos principais festivais de criatividade e tecnologia do planeta

por Marcelo Nogueira / Diretor Executivo de Criação, AlmapBBDO

Os gringos chamam o festival de “Southby”, como os paulistas chamam os Guilhermes de “Gui”.

Nem usando uma inteligência artificial para montar a agenda dá para ver todas as apresentações sobre inteligência artificial.

O festival tem mais voluntários do que pessoas com dúvidas, o que gera uma competição entre eles para ver quem responde primeiro.

A temperatura pode variar em até vinte graus do dia para a noite, o que faz com que todas as suas escolhas de roupa estejam erradas.

Algumas novidades do ano passado ainda estão novinhas em folha.

Muitas pessoas voam de longe só para ficar sentadas no chão aproveitando milhares de tomadinhas de carregar celular.

Painéis com quatro pessoas são quatro vezes menos interessantes do que as palestras de uma pessoa só (quem tem que se virar sozinho, prepara uma apresentação decente).

SXSW em dialeto Cherokee não significa absolutamente nada.

No aplicativo, as salas tem sinal verde, amarelo e vermelho para indicar a lotação em tempo real, mas se você entra em uma com sinal vermelho, não é multado.

No exato mesmo horário eles programam pelo menos duas palestras de interesse similar, para garantir que ninguém vai ser excluído do FOMO.

O cara que falou sobre criptomoeda no ano passado vai repetir o bico neste ano, o que talvez indique que não ganhou tanto dinheiro assim.

Toda palestra termina numa frase…

…com uma pausa no meio.

Eu queria tomar uma cerveja com o Neil Gaiman.

Muitas das salas tem tetos feios para você ter o que olhar se a apresentação estiver chata.

A sessão mais sem graça que vi hoje era sobre humor.

Etc, etc.

> Confira a cobertura completa do B9 na SXSW 2019

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