Com máscaras esgotadas por causa do coronavírus, vendedores da Amazon alertam sobre produtos falsificados

Empresa garante que tem uma política própria em relação à manipulação de vendas falsificadas

por Soraia Alves

O medo de contágio com o coronavírus tem feito pessoas do mundo todo procurarem formas de se proteger do vírus. E um dos métodos mais utilizados é o uso de máscaras faciais que prometem impedir a propagação da doença. Com isso, o item está esgotado na Amazon, o que tem feito alguns vendedores da plataforma alertarem os consumidores sobre a compra de produtos falsificados.

Embora os médicos afirmem que as máscaras não são muito eficazes para impedir a propagação de uma doença como o coronavírus, isso não impediu que as máscaras esgotassem em pouco tempo nos Estados Unidos. No entanto, à medida que o estoque diminui, empresas como a PacingMed – a maior vendedora de máscaras médicas descartáveis ​​da Amazon – pedem aos consumidores que não comprem produtos falsos.

A página de produtos da PacingMed lançou o seguinte comunicado: “Caro cliente, todas as nossas máscaras estão esgotadas. Por favor, não compre pedidos de outros vendedores para evitar produtos falsificados. Estamos tentando reabastecer o estoque até o próximo mês. Nossa marca é PacingMed. Desculpe pela conveniência.”

A BLBM, outra marca que também vende máscaras de proteção, substituiu as imagens de seus produtos em destaque por uma nota semelhante, dizendo aos compradores que “tudo ficará bem”.

Um porta-voz da Amazon disse ao Business Insider que a empresa tem uma política própria em relação à manipulação de vendas falsificadas a fim de detectar e remover possíveis produtos falsificados: “Empregamos equipes dedicadas de engenheiros de software, cientistas aplicados, gerentes de programas e investigadores para operar e refinar continuamente nossos programas antifalsificação. Os sistemas da Amazon fazem a varredura automática e contínua de vários pontos de dados relacionados a parceiros de vendas, produtos, marcas e ofertas para detectar atividades que possam indicar um produto potencialmente falsificado e bloqueá-lo ou removê-lo imediatamente de nossa loja”, explica.

Até agora, os Estados Unidos confirmaram dois casos de pessoas contaminadas com o coronavírus. De acordo com o Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do país, “o risco imediato à saúde do público americano em geral é considerado baixo no momento”. Em dados gerais, o vírus já infectou mais de 4.500 em 14 países. Na China, desde o surto na cidade de Wuhan no início deste mês, a doença já matou mais de 100 pessoas.

Compartilhe: