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YouTube Shorts chega aos EUA em março para competir com o TikTok

Empresa vai expandir o acesso de criadores de conteúdo ao Shorts nos Estados Unidos, depois dos testes bem-sucedidos na Índia

por Soraia Alves

Anunciado em setembro do ano passado, o YouTube Shorts chega em março nos Estados Unidos, ainda em uma versão beta. Pensado para ser um concorrente do TikTok, atualmente o recurso está disponível para testes apenas na Índia.

De acordo com o diretor de produto do YouTube, Neal Mohan, a partir do mês que vem a empresa vai expandir o acesso de criadores de conteúdo ao Shorts nos Estados Unidos, depois dos testes bem-sucedidos na Índia: “O número de canais indianos que usam o Shorts como ferramenta de criação mais do que triplicou, e o player do YouTube Shorts agora está recebendo mais de 3,5 bilhões de visualizações diárias em todo o mundo”, escreveu Mohan.

Segundo relatórios, o YouTube estava trabalhando em um concorrente do TikTok desde abril de 2020, mas só divulgou oficialmente o produto em setembro. Nesse meio tempo, enquanto o YouTube tentava descobrir como criar essa ferramenta para em dispositivos móveis, o Instagram estava fazendo seguia o mesmo caminho lançando o Reels.

Em seu comunicado no blog oficial do YouTube, Mohan também anunciou novos recursos de monetização na plataforma, incluindo aplausos, que permitirão aos fãs comprar uma animação única de aplausos que aparece no topo do vídeo. Os criadores recebem uma determinada porcentagem da receita de cada aplauso comprado. A ferramenta é semelhante a já existente Super Chat, por exemplo. Mohan não disse quando o recurso estará disponível para os criadores, apenas que as pessoas poderão “desbloqueá-lo ainda este ano”.

Além disso, o YouTube também está testando a versão beta de uma “nova experiência de compra integrada” que será lançada ainda este ano. A ideia é que as pessoas possam comprar itens de canais em que confiam. Com isso, os criadores podem marcar produtos em seus vídeos, permitindo que os espectadores os comprem se quiserem, contanto que o produto esteja no catálogo do YouTube.

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