Google lança campanha contra desinformação sobre pandemia e vacinas

Iniciativa da empresa engloba ações que contribuem como o acesso a informações e recursos de qualidade, com orientações em diferentes produtos da empresa

por Soraia Alves

O Google deu início à campanha “Conheça os Fatos, focada no combate à desinformação sobre a pandemia. O objetivo é promover uma maior conscientização sobre o acesso a informações e recursos de qualidade que ajudem a manter as pessoas seguras e bem-informadas, começando pelas orientações de prevenção da doença em produtos do Google, como a Busca, Google Maps e YouTube

Segundo a empresa, desde o início da pandemia ela já lançou mais de 200 novos produtos, recursos e iniciativas incluindo a API de Notificações de Exposição para auxiliar autoridades de saúde na orientação da população em vários países, inclusive no Brasil, além de relatórios de mobilidade da comunidade, e mais de US$ 1 bilhão em recursos que foram destinados para apoiar a população, autoridades sanitárias e parceiros em todo o mundo. 

Para dar visibilidade às informações de utilidade pública neste momento crítico, a empresa também disponibilizou US$ 250 milhões em créditos para que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e mais de 100 agências governamentais – incluindo o governo brasileiro – pudessem veicular campanhas de comunicação por meio das nossas plataformas de anúncios. Ao todo, nosso compromisso global com comunicados de serviço público relacionados à Covid-19 já chega a mais de US$ 800 milhões.

Destacando informação de qualidade

Na Busca, ao pesquisar sobre “vacina covid” ou “vacina coronavírus”, uma nova experiência promove carrosséis de notícias de fontes jornalísticas sobre o tema, bem como painéis com informações fidedignas acerca do número de doses de imunizantes aplicadas no Brasil, o percentual da população vacinada, assim como o avanço histórico da população imunizada, entre outras estatísticas. Há também links diretos para páginas de fontes genuínas com mais detalhes geolocalizados sobre cadastro e locais de vacinação do estado ou cidade de onde foi feita a pesquisa. 

No Google Notícias, uma seção dedicada exclusivamente a temas relacionados a Covid-19 exibe as principais matérias e reportagens, nacionais e locais, publicações recentes de autoridades de saúde em redes sociais, e uma página especial com fatos e dados atualizados sobre a pandemia no mundo. 

Já no Google Maps estão disponíveis dados locais e informações de fontes autênticas sobre prevenção à Covid-19, além de atualizações sobre a pandemia. Entre outros recursos, é possível, ainda, consultar horários de pico, com a previsão de lotação de estabelecimentos, e ainda alertas de mobilidade, que podem, por exemplo, monitorar serviços de transporte, mostrando o nível de aglomeração ou indicando se há limitação de circulação ou necessidade de uso de máscara. 

Youtube

No Youtube, também serão privilegiadas informações de fontes confiáveis. Na página inicial e nas buscas relacionadas ao coronavírus ou à Covid-19 da plataforma, são exibidos vídeos de especialistas e veículos jornalísticos no topo dos resultados. Abaixo dos vídeos sobre o tema, um painel de informações que direciona os usuários para os sites de órgãos oficiais – como Ministério da Saúde e Anvisa, no caso do Brasil. Ao todo, eles já foram exibidos globalmente mais de 400 bilhões de vezes.  

Foi organizada uma sequência de vídeos conectando YouTubers como Átila Iamarino, Thelminha e Astrid Fontenelle aos principais especialistas em saúde para criar um conteúdo seguro sobre Covid-19 e vacinas. Você pode acessar as playlists aqui.

“Como parte do nosso esforço de estimular a produção de conteúdo confiável na plataforma, também trabalhamos para ajudar instituições de saúde a criar e desenvolver canais no YouTube”, diz o comunicado. Os canais do Hospital Albert Einstein e da Fiocruz, por exemplo, já somam mais de 2,7 milhões de visualizações desde 24 de março de 2021.

Para garantir a segurança das pessoas, o Google segue atualizando políticas e removendo material que as violem. Segundo a empresa, a menos que haja contexto educacional, documental, científico ou artístico suficiente, serão removidos vídeos no YouTube que recomendam o uso de Ivermectina ou Hidroxicloroquina para o tratamento ou prevenção de Covid-19, fora dos ensaios clínicos, ou que afirmam que essas substâncias são eficazes e seguras no tratamento ou prevenção da doença. 

Essa atualização está alinhada às orientações atuais das autoridades de saúde globais sobre a eficácia dessas substâncias. No mundo todo, já foram removidos mais de 850 mil vídeos por violação de políticas ligadas a informações incorretas sobre o coronavírus.

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