Presidential Candidate Joe Biden Participates In CNN Town Hall
Imagem: Drew Angerer/Getty Images

Até a CNN vai ganhar um serviço de streaming com um “+” no nome pra chamar de seu

Prevista para o início de 2022 nos EUA, plataforma deve unir programação diária das emissoras com grandes sucessos da história da CNN e produções originais

por Pedro Strazza

Depois de alguns meses de promessas, a CNN enfim confirmou nesta segunda (19) o lançamento de seu serviço de streaming para o primeiro trimestre de 2022. Batizada de – surpresa! – CNN+, a plataforma promete “complementar as redes lineares” da emissora e servir os “superfãs” da marca nos EUA, bem como aqueles que querem consumir mais notícias e programação de não-ficção.

Enquanto valores oficiais de assinatura não foram divulgados neste primeiro anúncio, a Variety aponta que o preço ainda não foi decidido e que no lançamento a CNN pretende não inserir uma modalidade com anúncios entre as opções. A companhia também planeja contratar até 450 funcionários nos próximos nove meses.

De acordo com o anúncio oficial, o CNN+ está previsto para unir a programação da CNN, CNN International, HLN e CNN en Español num mesmo catálogo, oferecendo de 8 a 12 horas de conteúdos diários junto a alguns dos maiores hits da história da emissora, como o “Parts Unknown” do falecido Anthony Bourdain e o “Searching for Italy” com Stanley Tucci. Há também planos de séries e filmes originais para a plataforma, o que explica a alta de contratações revelada pela Variety.

Em termos de gerência, o CDO da CNN Worldwide Andrew Morse será o executivo encarregado de toda a operação. E em entrevista ao Strictly Business, Morse já diz com todas as palavras que a CNN+ é “o maior lançamento da CNN desde que Ted Turner fundou a emissora em junho de 1980”.

Por fim, vale acrescentar que por enquanto a plataforma estará disponível apenas nos EUA, mas a Variety informa que a CNN já tem planos de expandir a atuação do serviço para o resto do globo. A possibilidade de um pacote com o HBO Max, parte crucial do conglomerado da WarnerMedia, está descartada no momento.

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