★ Com ajuda do blockchain, Fórmula 1 leva para os games a emoção das corridas

★ Com ajuda do blockchain, Fórmula 1 leva para os games a emoção das corridas

Produto oficial da marca, “F1 Delta Time” permite que público monte carros e disputa pela taça do circuito no meio virtual

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A gente já reportou aqui sobre como o blockchain se tornou uma ferramenta promissora a clubes de futebol para aprofundar a relação com os fãs, mas o esporte não é o único que encontra um jeito criativo de aproveitar a tecnologia a seu favor.

Para além das grandes ligas e times do futebol e da própria NBA, que conseguiu levar para o meio virtual o sistema de cards colecionáveis de jogadores e equipes com os NFTs, o exemplo mais encorpado da aplicação do blockchain nas práticas esportivas vem da Fórmula 1. Além dos tokens próprios, a organização literalmente ganhou um jogo rodado com a tecnologia, que enfim torna possível a qualquer um competir no circuito de corridas automobilísticas mais prestigiado do planeta.

Batizada de “F1 Delta Time”, o game produzido pela Animoca Brands e licenciado oficialmente do circuito permite que os jogadores se envolvam nas corridas e compitam pela taça a partir da montagem de seu próprio veículo, feito a partir da combinação de diversas peças virtuais registradas com tokens fungíveis e não-fungíveis. 

A aparência e a jogabilidade é de um jogo tradicional, mas é Fórmula 1 em suas raízes. Com seis eventos já lançados, com direito a recriações de circuitos celebrados como Mônaco e Bahrain, as corridas são tridimensionais e com câmera em primeira pessoa e podem ser disputadas com controles tradicionais dos games (incluindo de consoles e o teclado), mas o que faz diferença mesmo para vencer é o veículo criado e a combinação de peças à disposição. Montando um carro, afinal, por que não competir?

As peças para competição, aliás, são vendidas em loot boxes pela própria plataforma, com o jogo sempre oferecendo pelo menos um carro, um piloto e três peças nos pacotes – tudo no sistema de NFTs, claro, para garantir que as aquisições são de fato do jogador. Daí em diante, porém, o “F1 Delta Time” se faz inteiro nas corridas, sempre recompensando os participantes com a moeda interna para obtenção de mais peças e melhores carros – e todo mundo até o décimo lugar sempre garante alguma coisa. Tem até taça virtual!

Mas como em muitos outros jogos rodados em blockchain, o barato é que todos os veículos registrados na plataforma são de posse única dos jogadores, podendo ser vendidos a terceiros de acordo com suas próprias decisões. E o negócio rende: em 2019, um dos veículos vencedores foi comprado pela bagatela de US$ 113 mil dólares, depois de passar 4 dias em intenso leilão!

É por investir numa iniciativa do tipo que a Fórmula 1 agora dispara para liderar a entrada dos esportes no mundo cripto. Com tantas partes do circuito envolvidas no “F1 Delta Time”, a competição cria uma nova forma de se relacionar mais próximo com seu público, engajando-o em maneiras diferentes com a adrenalina das corridas. Não é só coleção ou uma oportunidade rápida, é um comprometimento sério!

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