Esqueça os comerciais de brinquedos da sua infância. A Supercell decidiu vender seus novos power-ups com uma viagem no tempo que deu muito errado. O novo comercial de Brawl Stars começa como uma venda de chaveiros fofos nos anos 90 e termina em um pesadelo de violência absurda.
Por que importa: Em um mercado saturado de anúncios de jogos mobile genéricos, a Supercell aposta no caos. A campanha subverte a tendência da “nostalgia reconfortante” para criar algo memorável através do choque. Ao aprovar um roteiro que marcas tradicionais jogariam no lixo, a empresa prova que conhece a linguagem da Geração Z melhor do que ninguém.
O filme: Dirigido por Bine Bach e produzido pela Bacon, o filme emula perfeitamente a granulação e a linguagem de vendas de fitas VHS esquecidas.
Alguns clientes hesitam em retratar crueldade contra adolescentes, mas a Supercell conhece seu público. — Bine Bach, diretora
Nos bastidores: A diretora Bine Bach celebrou a falta de microgerenciamento do cliente. Segundo ela, a maioria das marcas teria medo de mostrar “crueldade contra adolescentes”, mas para a Supercell, isso foi tratado como um grande parquinho criativo. Samuel Cantor, da produtora Bacon, reforça que a ideia já chegou “madura” (leia-se: insana) por parte do cliente.
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