Alan Cumming defende fim do preconceito nas regras para se doar sangue

Alan Cumming defende fim do preconceito nas regras para se doar sangue

Campanha foi feita para a GLAAD e Gay Men's Health Crisis pela Saatchi&Saatchi

por Amanda de Almeida

Nos Estados Unidos, até há algum tempo, homens homossexuais e bissexuais não podiam doar sangue, segundo determinação da Food and Drug Adminstration. A agência, responsável pelo controle de alimentos e medicamentos, usou o medo de uma possível exposição ao vírus HIV como justificativa. Agora, no entanto, o regulamento foi abrandado, sendo que gays já podem doar sangue… desde que eles fiquem pelo menos 1 ano sem sexo.

Já tem muito tempo que pessoas bem-informadas sabem que o que conta, em relação ao HIV, não são os grupos de risco, mas sim as atitudes de risco. Atitudes que não estão restritas à orientação sexual, uma vez que heterossexuais também têm o costume de praticar sexo de risco.

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É aí que entra o vídeo acima, estrelado por Alan Cumming – o intérprete do impossível Eli Gold em The Good Wife. Cheio de ironia, ele incentiva o público a adotar o celibato, para que possam colaborar com os bancos de sangue, mostrando algumas das alternativas para quem resolver ficar um ano inteiro sem sexo.

Ao final, diante do tamanho absurdo, ele convoca o público a assinar uma petição para que a orientação sexual torne-se um quesito secundário, enquanto sua exposição ao risco torna-se mais importante.

A campanha foi criada pela Saatchi & Saatchi de Nova York para a GLAAD e a Gay Men’s Health Crisis.

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