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Mamilos 49 – Relacionamentos Abusivos

Jornalismo de peito aberto

27.nov.2015

Vamos falar sobre aqueles relacionamentos que nos machucam, nos limitam, nos diminuem, mas mesmo assim a gente não consegue escapar? Vamos!

Para nos ajudar a reconhecer esses relacionamentos e entender as situações, fases e características que nos deixam mais vulneráveis trouxemos a Dra Ciça Maia, especialista em saúde mental e sexualidade.

Colocamos mais tempero nessa conversa com a participação da nossa musa inspiradora Jout Jout, a volgueira do coração do Mamilos, a autora do vídeo Não tire o batom vermelho. Acreditem, ela é ainda mais fofa e simpática ao vivo.

Vai ser impossível não se reconhecer nessa conversa. Puxa uma cadeira e senta nessa roda. Taca-lhe o play nesse Mamilos.

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Workshop: Planejamento de Love Brands

Arregace as mangas, porque workshop não é palestra e você vai ter que mostrar trabalho.

Você sabe o que é uma Love Brand. São as marcas que estampam nossas selfies, são foco dos nossos memes, personagens dos nossos filmes preferidos e fazem parte da construção da nossa identidade. Vamos falar sobre as nossas marcas preferidas com uma dinâmica de aquecimento. Depois a jornada continua com a visita a três gurus que criaram e organizaram teorias para ajudar a explicar como algumas marcas conquistaram esse poder. O Workshop só termina quando aplicamos esse conhecimento com um brainstorming para reposicionar uma marca.

Para quem quer aprender, para os que buscam inspiração e também para quem precisa exercitar a criatividade. Vem!

> Dia 13 de dezembro, das 10h às 19h, em São Paulo
> Com Juliana Wallauer
> INSCREVA-SE

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Contato Dra Ciça Maia: [email protected]

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Arte da Capa: Doug Lobo

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Trilha sonora desta edição – Kalifa Sambarock

MERCHAND
Filme Deixe que falem do Festival Mix Brasil

TETA
Site Livre de Abuso para apoio a vítimas
Sinais de Relação Abusiva
Como reconhecer a armadilha do relacionamento abusivo
Como Reconhecer um Relacionamento Abusivo
Psicóloga explica relacionamentos abusivos: o que é e como lidar com essa situação
Relacionamentos abusivos e suas dificuldades
Não tire o batom vermelho
Eu Vivi Um Relacionamento Abusivo E Provavelmente A Maioria Das Mulheres A Sua Volta Também
Os Vampiros Emocionais
Quem nunca encontrou um vampiro, que atire o primeiro alho

Farol Aceso

Ju – O carrasco do amor

Cris – A Caixa Preta

Ciça – Terapia EMDR

Jout Jout – Canal das Bee

Comente

  • Pedro de Moraes

    Essas capas do Doug Lobo tão ficando animais…A do último programa já foi foda, essa aí também está caprichada

  • Caolho Vesgo

    Campanha: “Não mande nudes, mande Mamilos!”

  • Aline Viana

    Ouvindo o Mamilos foi inevitável lembrar de quando trabalhei durante mais de um semestre com uma colega que toda vez que eu abria a boca fazia questão de falar mais alto para que ninguém pudesse me ouvir. A pessoa é tão louca que se eu fosse beber água, reclamava que eu só conseguia beber se fosse fazendo barulho para incomodá-la. Se eu falasse qualquer coisa com ela, ela simplesmente não respondia, sabe nem o “por favor”? E eu não faço ideia do que causou isso. Daí as pessoas pararam de falar comigo por medo de o bullying se estender a elas. Eu não pedi pra sair por absoluta pirraça, mas também não conseguia me defender porque ela tinha anos de casa, se fazia de simpática com a galera e falava por trás pelas costas, e eu era apenas uma temporária. Pensei até em processar a fulanona por assédio moral, mas, hoje, quando a encontro, só consigo ter pena da mulher. Ela deve ser alguém muito infeliz pra gastar tanta energia com alguém que só queria ter grana pra continuar pagando as próprias contas por mais alguns meses.

  • gandralf

    Adorei este episódio. A condução foi brilhante, as convidadas arrasaram, o tema é extremamente relevante e presente.

    Dito isso, como não invocar o hino máximo do pé na bunda em sua melhor versão?

    General Zod, Agente Smith e… err… Guy Pearce em suas versões mais badass ever!

  • Ivão Gato Gótico

    Cadê o link desse post que recebeu comentário homofóbico? Vamos floodar esse ridículo.

    • Patrícia

      Ah, nem. O cara vai se sentir importante se fizerem isso. Compartilhar o post é uma ideia mais legal. =)

  • Juliane Ribeiro ✠ ‏

    Hoje tive a certeza que eu não iria enjoar se todos os programas tivessem a presença da Jout Jout e de Ciça Maia (adicionaria o lindo do Caio também, porque né <3 ) já entrou para a lista do favoritos vocês me matam de orgulho meninas, mas uma vez programa perfeito o/.

    Obs: eu quase nunca chamo uma amiga para ir ao banheiro, mas quando elas me chamam eu vou mesmo não vendo muito sentido ;)

    • Pois é Ju, aí já virou o programa sobre amizade. Se amiga pedir eu entro até na sala de depilação definitiva :D

      • Juliane Ribeiro ✠ ‏

        Hey eu conheço essa história :D achei fofa

  • emersonfn

    Só vou dizer muito bom.

  • Patrícia

    Esse tema, justo no fim de semana em que comecei a ver Jessica Jones. =P
    O vilão dela – Killgrave – é nitidamente uma caricatura exagerada de uma pessoa abusiva. (POSSÍVEIS SPOILERS A SEGUIR)
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    O poder dele é controlar as pessoas com a fala. As vítimas descrevem o controle dele como “eu sabia que o que ele me mandava fazer era errado e eu não queria, mas eu não conseguia não obedecer”. As situações mostradas incluem, por exemplo, vítimas que receberam ordens para ficarem paradas em um mesmo lugar, e elas simplesmente ficam, mesmo em agonia internamente por isso e chegando a urinar no local. Quando impedidas de continuar a seguir as ordens que receberam, as pessoas se debatem violentamente para voltar a obedecer, mesmo que sintam que vão morrer. Ele no passado abusou da Jessica dessa forma, e é bem interessante o retrato íntimo que a série faz do sofrimento de uma vítima de abuso.

  • Kate Maria

    Episodio “relacionamentos abusivos”. Convidada: Jout Jout. Video: Nao tira o batom vermelho.

    Primeiro assunto: mulheres que “oprimem” homens através da alienação parental. Mulheres passaram a oprimir massivamente os homens. Vejam só.
    Vcs nao representam as mulhers que apanham dos maridos e que por isso nao querem que os filhos tenham contato com o pai. Porque doi. Pq é sofrido.
    Vcs poderiam ter terminado com esse assunto. E focado no verdadeiro culpado por relacionamentos abusivos, que sao os homens.
    Nao da, nao consigo. Tentei. Vcs sao fracas. Tem medo da audiência fofa que sao lindas com vcs. Tem medo do que vcs chamam de “chorume da internet”. Tomem partido. Tomem partido.

    Relacionamentos abusivos não são exclusividade de homem sendo escroto com mulher. MAS gente, vocês que adoram se pautar em uma pesquisa, olhem estatística.

    Dai chega na parte de relacionamentos amorosos abusivos. O que a Juliana faz? Vira o jogo pro lado das mulheres, mais uma vez.
    A mulher ganhou uma bolsa pq o marido deslisou? Nossa! Quando é o contrario o que acontece? É a mulher que ganha tbm. Ganha uns bons tapas na cara. Apanha muito e ó algumas muitas morrem ta?
    Vergonha de vcs. Devolvam o premio do think olga. Parem de culpabilizar a mulher.
    Que vergonha Julia. Ficou calada como ficou perto do Jo Soares quando ele falou de “cara de puta”. Qual sua desculpa agora?

    Estatisticaaaaaa. Pelo amor da deusa.

    Dai falaram de homem que apanha. Cade dados? Cade pagina da prova do enem? Ta facil saber isso.

    Nossa, homem é vulnerável. Minha deusa. Desce e me leva. Vergonha de vcs.

    “O abusador nao faz premeditadamente. Ele nao sabe o que faz.” ou algo do tipo. Juliana, melhore. Meninas melhorem. O homem que abusa sabe exatamente o que está fazendo. Ele quer controlar sim. E ele gosta dessa sensação de poder. E como gosta. Vcs tao defendendo quem mata, quem bate, quem estupra, quem manipula.

    Sabiam que tem mulher que nao pode sair do relacionamento abusivo? Tem mulher que não pode perguntar pra ninguém? Porque ela não tem ninguém? Porque ninguém acredita nela?
    E para com essa merda de repertorio. Isso não existe. Não da pra ficar experimentando ate achar um que te abusa pra ficar preparada. Ninguém ta preparada pra morrer pelas maos do homem que ta amando não.

    Pessoas não insistem em ficar em relacionamentos abusivos. Minha Deusa. Serio. To passando mal pras meninas que tao escutando esse episodio.

    Faltou so: não sou feminista nem machista, sou HUMANISTAzzzzZzZzz
    Mas nao, foram pra intuição.

    Me lembro do episodio 15, que foi quando desisti desse cast quando a Juliana disse no inicio:

    “Esse programa, não é pra feminista, é pra quem ta achando tudo muito chato, pra quem não curte a patrulha que ja saiu questionando campanha, filme, novela, e não da folga nem em reality show.

    Esse programa é pra quem quer estrangular a infeliz que queimou sutiã e te empurrou pra jornada tripla, malditas feministas que dobraram a

    Esse programa é pra quem quer ser feminina, pra quem quer ser romântica e vaidosa….” ou algo do tipo.

    Pois é, não deveria ter voltado. Imaginei que teriam desenvolvido um pouco mais sobre o feminismo.

    SE AS MULHERES GASTASSEM A MESMA ENERGIA QUE TÊM PRA DEFENDER HOMEN, DEFENDENDO MULHER, nem precisava de feminismo!

    • Na verdade não foi “a mulher que abusou o homem” no caso de alienação paternal… é uma mãe que abusou da criança.

      É o mais forte contra o mais fraco. Ainda sim é abuso.

    • “Relacionamentos abusivos não são exclusividade de homem sendo escroto com mulher.”

      Não são mesmo. Reveja o vídeo da Jout Jout, ela fala justamente isso. Não importa o gênero ou a orientação sexual, relacionamentos abusivos existem em todas as esferas e circunstâncias. Gente escrota existe em todos os lugares independente de qualquer coisa.

    • dona Warner dx protagonismx

      Briga na lama! Briga na lama!

    • Patrícia

      Que coisa, eu evitei comentar isso e aí aparece o seu comentário.
      Sou feminista tb. Mas não concordo com esse “sequestro de pauta”, por falta de termo melhor, que o feminismo faz, não.

      A mensagem correta é: “o machismo viabiliza e valida agressões e imposições masculinas sobres mulheres”. Isso significa que socialmente, ainda é considerado aceitável que um homem cobre de sua companheira que largue o trabalho e via em função dele, que a obrigue a uma série de coisas. É isso que está por trás da estatística que você está cobrando. E isso é mais importante do que essa estatística, porque é simplesmente o motivo da estatística existir.

      Entretanto isso não torna nem de longe a questão, tanto da violência doméstica, quanto dos relacionamentos abusivos, um problema EXCLUSIVO da mulher.

      O feminismo faria muito melhor se enfatizasse essa questão de como o machismo ajuda a justificar o abuso quando ele ocorre contra a mulher, do que continuar com essa tentativa infantil de tomar posse de algo que atinge todo mundo.

      Abusos podem ocorrer, conforme foi dito, em diversas esferas da vida: trabalho, família, relacionamento. Chefes podem ser abusivos com empregados, e isso independe de gênero. Relacionamentos abusivos ocorrem independente de gênero e orientação sexual. Famílias disfuncionais existem aos milhares, e os abusos ocorrem em qualquer hierarquia dentro destas: mãe pra filho, pai pra mãe, filho pra pai.

      “Sequestrar” a questão do relacionamento abusivo como sendo algo do qual principalmente ou exclusivamente as mulheres são vítimas, e exclusivamente vítimas de homens, é infantil e mentiroso. Defender isso como feminista não só é infantil, como um gigantesco desserviço à causa, pois mais uma vez: com isso tira-se o foco verdadeiro da cerne da questão, que é o fato de como o machismo atua para validar perante a sociedade comportamentos abusivos masculinos.

      Se acaba o machismo, acaba a validação de comportamento, acabam certas ideias de papéis de gênero, logo diminui esse tipo de ocorrência. DIMINUI – porque desde que hajam interesses conflitantes entre as partes e relacionamento social, o ser humano nunca estará livre de ser abusador ou vítima.

      Uma outra questão levantada no programa – sobre casos de homens que apanham de mulheres e são ridicularizados por isso – também tem a ver com cultura machista. Mas é uma pauta da qual os homens devem se ocupar – diz respeito exclusivamente a eles pensar como podem atuar pra desconstruir esse machismo que os impede de pedir socorro caso sejam vítimas de violência. O feminismo já fez muito apontando o problema, a solução é com eles. (Dica, rapaziada: desconstruir machismo na sociedade e em si mesmos.)

      Por último, lembre-se de uma coisa: hoje você está aqui fazendo discurso, mas amanhã pode ser você quem age abusivamente em um relacionamento. É, isso mesmo. Ninguém tá livre de abusar de outrem. Ninguém é tão perfeito que não ultrapasse a linha. Você (e qualquer um) pode se tornar abusadora por um trauma, por um conflito de interesse, por passar por um momento de tensão extrema na vida. A gente nunca sabe o dia de amanhã. Então é importante a gente lembrar disso – que pode ser com a gente, e pode ser a gente, também – pra não cometer esse erro.

      Agora, se a gente fecha os olhos e faz pregação de que a gente é só vítima, sempre e exclusivamente as únicas vítimas, aí fica difícil, né.

      • Você não merece Palmas, merece o Tocantins inteiro. Aqui a gente não discute ofendendo. Aqui a gente não impõe opinião. Aqui a gente não discute na base do: quem não pensa como eu automaticamente é burro ou mal intencionado.
        Acho que a Kate chegou agora, não conhece o Mamilos, a proposta, chegou esperando uma coisa e não soube lidar com a frustração.
        Obrigada por ter levado a discussão para outro nível. Obrigada por ter contribuído com argumentos.
        Como sempre, a gente começa o debate, vocês continuam por aqui. Melhores ouvintes. <3

        • Patrícia

          Melhores podcasters, melhores ouvintes. É uma ótima troca! <3

      • Caramba…

        São por pensamentos abertos e justos assim que me fez e faz amar o Mamilos, tendo este como meu podcast #1 de todos os tempos, diria.

        Ser extremo e restrito apenas dificulta o engajamento, a compreensão e todas as lutas pelo bem geral.

        Tens aqui um ser humano do gênero masculino que, incansavelmente, busca entender, aprender, evoluir e lutar com e pelas mulheres e oprimidos.

        Obrigado por defender, não apenas o Mamilos, mas o que é justo e honesto!

    • Miz

      Kate, é vivendo que a gente consegue ver como podemos compreender as coisas diferentes, visando o ponto de onde estamos olhando, não é mesmo?

      Escutando o cast eu já entendi outra coisa e vou citá-las:

      Quando elas falam que Mulheres são as principais atuantes na alienação parental, eu imaginei que elas queriam dizer que isso é feito por uma porcentagem maior de mulheres, mulheres que se encontram colocando seus filhos contra os pais, por problemas que ela encontrou na sua relação com seu atual/antigo parceiro. Quando a Ju e a Cris falam sobre isso eu só consigo escutar como pano de fundo: moças, entendemos sua dor, entendemos a barra que pode ter sido conviver com aquele cara, mas será que colocar o seu filho contra ele é algo bom? Será que trazer a angustia que você encontrou no seu relacionamento será benéfico para aquela criança? E claro, pode ser que o pai faça mal para a criança, pode ser que ele não seja o PAI ( tente visualiza-lo como pai, por mais difícil que seja ) que você quer para o seu filho, mas as vezes é bom ver o PAI que o seu filho quer e o PAI que o seu antigo parceiro é ou era. Não podemos esquecer que um péssimo marido não é necessariamente um péssimo pai, nem visse versa. E entendendo muito sobre como é complicado e delicado esse assunto, as meninas tentaram trazer uma visão pouco notada que é fundamental para falar sobre o tema, sem valorizar ou desvalorizar nada, ou melhor, sem trazer valores postos de um lado ou de outro.

      Sobre o ponto do abusador, acredito que a ideia é tentar trazer uma compreensão de como socialmente o homem é também um consumidor passivo da cultura, sendo ele, alguém que cresce dentro de preceitos sociais que moldam esse estuprador e dizem pra ele que ele desde o comecinho é quem controla, é ele quem manda na parada. Se você quiser dar uma chance, escuta o episódio 41, onde elas falam sobre violência contra a mulher na internet e a diretora Leslee Udwin vem dar um chute no peito de todo mundo com do documentário India’s Daughter. Vale super a pena!
      Finalizando, compreendo muito essa sua visão e em alguns pontos eu consigo concordar, mas sabe que as vezes a gente vai discordar pra caralho?! Só espero que continuemos tentando buscar o melhor, de maneiras diferentes ou iguais. E é isso que o Mamilos tenta ensinar. Fica a minha compreensão pra tentar acrescentar e fomentar mais o assunto.

      Um grande abraço para todas e parabéns por mais um episódio que me fez ver que é bom colocar o óculos pra tudo e não só em alguns situações.

      • Vem cá me dar um abraço o/
        Obrigada Miz, eu não falaria melhor. :*

        • Tauan

          “Episodio “relacionamentos abusivos”. Convidada: Jout Jout. Video: Nao tira o batom vermelho.
          Primeiro assunto: mulheres que “oprimem” homens através da alienação parental. Mulheres passaram a oprimir massivamente os homens. Vejam só.
          Vcs nao representam as mulhers que apanham dos maridos e que por isso nao querem que os filhos tenham contato com o pai. Porque doi. Pq é sofrido.
          Vcs poderiam ter terminado com esse assunto. E focado no verdadeiro culpado por relacionamentos abusivos, que sao os homens.
          Nao da, nao consigo. Tentei. Vcs sao fracas”

          Não escutei o podcast ainda, mas ao ver esse paragrafo resolvi dar meu pitaco… Me parece um maniqueísmo extremo esse tipo de comentário. Dá a impressão que os homens são a encarnação do mal e as mulheres são sempre ‘pessoas de bom coração’. Como se o fato de existir machismo no mundo tornasse as mulheres incapazes de serem más. Tenho exemplo, próximo, de mulher que tentou pintar o ex-marido como um monstro para o filho sem nunca ter apanhado. Aliás sem ter apanhado, tendo sido relapsa na criação dos filhos, até incentivando, contra a vontade do pai, os filhos a beberem e fumarem ainda adolescentes (nada contra quem bebe e fuma, mas incentivar adolescente a consumir coisas que bem podem ser compradas legalmente por eles é, no mínimo, irresponsável) e tendo traído o marido. Aí, com toda possível culpa que o homem pode ter, sinceramente, é correto pintar um homem nessa situação como monstro? Será impossível existirem mulheres manipuladoras? Igual a este caso devem ter muitos outros. Entretanto, quando alguém diz que mulheres realizam essa alienação parental, como me parece que voces fizeram, é criticado por não defender a classe feminina. Antes que alguem insinue, o homem do caso não sou eu.

    • Rodrigo Gabriel

      Kate, você não entendeu o ponto principal do feminismo: igualdade entre os gêneros.
      Que mundo merda esse em que só se deve enfocar os problemas de um dos gêneros.

    • Julia

      Vixi, eu já tinha ouvido um podcast sobre a prova do Enem e já senti essa vibe ruim. Vou só ouvir essa com a Jout e nunca mais.

  • Gabriel Lambert

    Mamilos Perfeitos!
    Obrigado!
    Satisfação!
    =D

  • Thais Polimeni

    Meeeu! Quero a Ciça como minha terapeuta! <3 Hahaha

  • Áurio Neto

    Olá meninas, vocês já ouviram o novo álbum da Elza Soares – “A Mulher do Fim do Mundo”? É tão, mas TÃO relevante à tantas pautas do Mamilos que chega a ser emocionante ouvir. Me senti na obrigação de vir aqui compartilhar.

    Pra esse programa em especial, recomendo a 2 faixa “Maria de Vila Matilde”

    “E quando o samango chegar
    Eu mostro o roxo no meu braço
    Entrego teu baralho
    Teu bloco de pule
    Teu dado chumbado
    Ponho água no bule
    Passo e ofereço um cafezim
    Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”

  • Só acho que poderiam alertar sobre a possibilidade de ter os olhos com vista embaçada e marejada ao ouvir.
    Fui pego desprevenido em plena Segunda no trabalho.
    Me encolhi e escondi por trás do monitor.

    Afinal, homem não chora, não é mesmo? (ironia, ok?)

    Ótima semana a todos!

    Salve, Mamilos!

    • Vamos criar um selo: ATENÇÃO! Contém ninjas cortadores de cebola. ;)

  • Nay

    O mais mind blowing desse programa pra mim foi perceber quanto abusos disfarçados de elogios e desafios à minha capacidade e inteligência já recebi e nunca tinha percebido… Obrigada mamilos… meus olhos e ouvidos estão abertos!

    Vocês + Jout Jout já é amor pra preencher uma galáxia inteira ai juntou com essa psicóloga maravilhosa… nossa! Amei!

  • Juliana Franchin

    Olá, meninas. Esse assunto especificamente tocou uma pequena cicatriz que tem no meu coração, pois estive em um relacionamento abusivo. Mas não gostaria de detalhar como o relacionamento foi, mas como eu consegui sair dele, que eu acho que é o mais difícil, mas o mais importante de compartilhar. Não tem fórmula secreta, mas comigo foi assim…

    Ele era um cara manipulador. Manipulava não só a mim, que era sua namorada, mas também sua ex-namorada e todos os seus amigos. Ele sabia o ponto fraco de cada um.

    Uma amiga em comum um belo dia me contou todas as suas traições, pois viu o quanto eu sofria, e não achava justo eu continuar dessa forma, coisa que muita gente tem medo de fazer. Nesse momento eu senti um alívio. Um alívio de não ser a errada da história como eu sempre me sentia. Depois senti raiva, quando lembrei que nesses momentos em que ele estava ficando com outras meninas, eu estava chorando e sofrendo no meu quarto, culpada de ter feito qualquer coisa errada que ele inventou para que eu não estivesse por perto. Nesse momento a imagem que eu tinha dele “quebrou” e nunca mais voltou a ser como era.

    Depois terminei com ele, e ele mudou. Acho que essa é a pior coisa para o abusador, quando ele perde o seu poder sobre o abusado e não tem volta. Ele passou a correr atrás de mim, a me ligar cantando músicas, deixar presentes todos os dias pra mim na portaria. Num fim de semana ele soube que eu ia sair com as minhas amigas. Ele não suportou a perda do PODER, e não a minha perda. Ele pulou da janela e fez questão que eu visse.

    Desde que comecei o relacionamento, minha mãe (que não gostava dele obviamente) me obrigou a fazer terapia. Ela sabia que ela não iria conseguir sozinha. Isso foi a minha salvação. Fiz 9 anos de terapia e tive alta eventualmente.
    Sei que ele não fez isso por minha causa. Ele era inseguro e me fez sentir insegura também. Mas quando eu tomei consciência disso tudo, consegui extrair o melhor dessa situação toda. Nunca mais me colocaria em uma situação dessas. Me tornei muito mais forte, muito mais segura, não só em relacionamentos amorosos, mas em todas as outras categorias: as de amizade, as de trabalho, de família.

    Não é fácil, sei como ficamos cegas, eu achava que se eu, que era a namorada dele não ajudasse ele, abandonasse ele naquele momento, quem iria ajudar?

    Uma coisa é certa: a imagem do outro tem que “quebrar” para terminar de vez. E isso acontece de formas diferentes em cada caso. Ninguém termina o relacionamento com alguém que ama porque “ah, o da minha amiga era igual e não deu certo, então o nosso não deve dar. não vou arriscar, tchau”. Não tem jeito. Vai ter que acontecer alguma coisa. Mas é importante o abusado passar por isso para o seu crescimento emocional.

    Até hoje tenho resquícios, ou cicatrizes dessa relação, mas elas servem para lembrar de como eu cresci e olha, se eu tivesse tido acesso a programas e vídeos desses na época, talvez eu não chegasse a terminar, mas aquela sementinha de esperança de que eu poderia ser alguém sem ele ficaria ali, só esperando a oportunidade para florescer.

    Obrigada pelo programa! =)

  • Jout Jout e Mamilos, combinação perfeita <3

  • Marcelo

    Adorei a pauta sobre relacionamentos abusivos, pena que o programa não está na TV, vale mencionar que tudo que foi comentado e de uma imparcialidade e bem colocado, adoro o trabalho da Dra. Ciça Maia, parabéns pra todas adorei o programa !!!!

  • Anelize Viera Ceribelli
    • Patrícia

      Não é dizer que não tem nada aí, mas você reagiria? Ou teria medo de ele te enfiar a porrada ali mesmo tb?

      • Anelize Viera Ceribelli

        eu reajo, xingo homem assediador na rua, fecho a cara e vou pra cima se vejo assediador no metrô/ rua….. E o assustador é ver que isso é socialmente aceito.

        • Thiago Ribeiro

          Infelizmente, não dá para ver o vídeo pq ele está indisponível. Mas pelas respostas dá para ver sobre o que se trata. Volta e meia me vejo pensando qual seria a minha reação ao ver um homem desconhecido assediando uma mulher na rua. Nesse caso, eu abordaria e intimidaria o cara.

          Mas no contexto de um casal em que o homem seja violento com a mulher em público a coisa fica mais complicada. Digo não pela aceitação social, que é real, mas por experiências desastrosas sobre tais fatos.

          Há homens que dizem não se meter no assunto de marido e mulher, ou mesmo a culpam pelo comportamento do homem. Mas o que vejo que a maioria dos homens não reage seja por duas razões: o risco de acabar sendo agredido e, infelizmente, a mulher agredida perdoar o agressor. Quando não temos o caso, que aconteceu comigo, da mulher se voltar contra os que a estão querendo defender.

          • Áurio Neto

            Só pra ilustrar: Um conhecido meu que é Oficial de justiça conta que certa vez foi cumprir um mandato e, perto da casa onde ele ia entregar a intimação, escutou gritos e uma mulher pedindo socorro, entrou na casa e o marido tava espancando ela. Ele bateu no marido pra conter ele e chamou a polícia. Quando os policiais chegaram a esposa disse que havia caído da escada e denunciou esse conhecido por invasão de propriedade e agressão contra o marido…

            Não vejo como dizer pelo vídeo que violência doméstica é socialmente aceita, as pessoas ali não reagem, mas vejo mais como medo de acontecer algo com elas do que como aceitação.

  • Claudenir Fonseca

    Galera, parabéns! Podcast excelente que me deu a oportunidade de refletir muito acerca das coisas que me cercam.

    Uma coisa que eu senti falta porém, e que eu usei para fazer uma auto-análise saudável, é a discussão “relacionamentos abusivos entre pais e filhos.” Eu comecei a refletir seriamente se eu, como filho, não trato os meus pais com algum tipo de abuso. Digo isto pois percebi que muitas pessoas a minha volta tratam seus pais de maneira abusiva, e isto é algo seríssimo uma vez que nossa família nos dá o espaço para construirmos os alicerces de quem somos.

    Mais uma vez parabéns pelo excelente trabalho quem vocês vêm desenvolvendo, e obrigado por me permitirem “sentar” ao lado de vocês para entender o mundo de forma mais humana.

    P.s.: também lembrei de Jessica Jones constantemente.

    • Opa, com certeza muitos filhos são abusivos com os pais. A lista não foi exaustiva, foi só exemplificativa. ;)

      • Claudenir Fonseca

        Não quis parecer chato, isso foi acidente hehehe
        Sei que não dá pra abordar todos os detalhes, só quis mencionar este ponto.

  • Fernanda Moura

    O quão difícil é você perceber que uma carapuça serviu e que era algo muito escondido e que preciso tratar já que quero um relacionamento saudável e duradouro.

  • Patrícia

    Gurias, não relacionado ao tema, mas achei interessante e poderia talvez entrar em alguma pauta: http://www.claudiawallin.com.br/2015/11/28/o-que-aconteceria-com-eduardo-cunha-se-ele-fosse-deputado-na-suecia/ (O blog inteiro conta como é a vida e a política na Suécia)

  • Leandro Pereira

    Nova forma de preconceito que descobri: falou de relacionamento e abuso e já achei que era sobre mulheres que apanham do marido ou coisa do tipo.
    Fica aqui um pensamento que me ocorreu: ok, a pessoa demonstra uma tendência a ser assim. Ela começa a demonstrar traços de ser controladora ou abusiva. Abandonar é sempre a única solução?
    Se não, este tipo de coisas provavelmente não é simples de ser ouvida do parceiro (como não é fácil ouvir da mãe ou do pai algumas verdades). O que fazer? Como dizer pro seu amigo/pai/marido/namorada/(etc) que ele precisa, de alguma forma, tratar isto?

    • Olha menino que boa pergunta essa hein? Poderíamos ter discutido um pouco isso no programa…

  • Julia

    Eu quero fazer download mas não to conseguindo..

  • Pedro Braga

    Vivi este tipo de relacionamento na minha infância e só percebi do que se tratava na adolescência. Não condeno quem fez isso comigo, apesar de não achar certo. Posso dizer que no meu caso, tive um final feliz, porém, até hoje sou obrigado a agir com cuidado com todos envolvidos no relacionamento.
    Muito obrigado pelo excelente cast.

  • Gabriel Silva Torres

    Antes de tudo, parabéns pela pauta e forma que a abordaram meninas, de maneira bem ampla e de diferentes pontos de vista! Mas pauta boa é igual a muita reflexão e muito reflexão é igual a textão hahah juro, vou tentar não me prolongar muito!

    O tema, logo de cara, me lembrou bastante uma história contada no filme Short Term 12, que narra alguns dias da vida de uma assistente social que trabalha em um lar de crianças orfãs, abordando o tema abuso em diversas vertentes. Em um momento do filme, uma personagem apresenta essa pérola que resume bem a maioria dos relacionamentos abusivos (tradução livre):

    “Era uma vez, em algum lugar a milhas e milhas abaixo da superfície do oceano, uma jovem polvo chamada Nina. Nina passava a maior parte do seu tempo sozinha fazendo estranhas criações de rochas e conchas. E ela estava muito feliz. Mas, então, na segunda-feria o tubarão apareceu.

    – Qual o seu nome? Disse o tubarão.

    – Nina, respondeu ela.

    – Você quer ser minha amiga? perguntou ele.

    – Certo, o que eu tenho que fazer? Disse Nina.

    – Não muito, disse o tubarão. Deixe-me comer um de seus braços.

    Nina nunca havia tido um amigo antes então ela se perguntou se era isso o que tinha que fazer para ter um. Ela olhou para seus oito braços e decidiu que não iria ser tão ruim desistir de um. Então ela doou um braço para seu maravilhoso novo amigo. Todos os dias dessa semana, Nina e o tubarão brincaram juntos. Exploraram cavernas, construíram castelos de areia e nadaram muito, muito rápido. E todas as noites o tubarão estava com fome e Nina dava a ele mais um dos seus braços para comer. No domingo, depois de brincarem durante todo o dia o tubarão disse a Nina que estava com muita fome.

    – Eu não entendo, disse ela. Eu já dei seis dos meus braços, e agora você quer mais um? – O tubarão olhou pra ela com um sorriso amigável e disse:

    – Eu não quero um. Desta vez eu quero todos.

    – Mas por quê? perguntou Nina. – E o tubarão respondeu:

    – Porque é pra isso que os amigos são.

    Quando o tubarão terminou a sua refeição ele se sentiu muito triste e solitário. Ele sentia falta de ter alguém para explorar cavernas construir castelos de areia e nadar muito rápido com ele. Ele sentiu muita falta da Nina. Então, ele nadou para longe para encontrar um outro amigo.”

    Em resumo, acredito que todos nós somos o tubarão e todos nós somos a Nina em determinado ponto de nossas vidas, em graus diversos, obviamente. O fato é: somos seres sociais e necessitamos de interação humana para nos sentirmos completos.

    Na minha interpretação, a figura do tubarão refere-se àquela pessoa que internalizou uma determinada forma de comportamento e conduta que não considera danosa à outra ou que sabe ser danosa, entretanto continua a praticando por encontrar terreno para isso A Nina, por sua vez, corresponde à pessoa que desconhece ou desconsidera os efeitos negativos das atitudes do tubarão por acreditar, veemente, que trata-se da ordem natural das coisas, também pode ser considerada uma espécie de internalização de comportamentos culturalmente impostos sobre diferentes ambientes e relações.

    A “abusividade”, portanto, é fruto dessas estruturas sociais predominantes que reproduzem e naturalizam essas atitudes. Sabemos, entretanto, que estruturas sociais não se rompem ou se alteram com facilidade e sim de maneira gradual, o que me leva ao meu segundo ponto:

    Percebe-se na história que Nina, a partir do momento que passa a se relacionar com o tubarão, deixa de lado outro relacionamento, que pressupomos que ela possuia antes do início da amizade: o relacionamento com ela mesma. Quais as consequências disso? Ora, nossa sede por sociabilidade, ás vezes, nos cega para nós mesmos, para nossas próprias reflexões sobre a nossa própria subjetividade, e são nesses momentos que podemos perceber o que está ou não nos afetando. Isso fica bastante claro na época que a gente vive né gente, redes sociais e superficialidade bombando, visto que qualquer coisa é melhor do que estar sozinho e solitário.

    Existem alguns outros milhares de fatores que podem interferir no tema em questão, mas cheguei a conclusão que vários desses relacionamentos se baseiam nessa ideia. Ter um momento consigo mesmo é essencial para tomar as rédeas a própria vida e ponderarmos sobre aquilo que passamos no dia a dia. Por fim, para não me alongar mais (até pq a galera nos comentários abordaram muuuuuitas coisas já), deixo esse trecho de um livro da Clarice Lispector:

    “Fiquei sozinha um domingo inteiro. Não telefonei para ninguém e ninguém me telefonou. Estava totalmente só. Fiquei sentada num sofá com o pensamento livre. Mas no decorrer desse dia até a hora de dormir tive umas três vezes um súbito reconhecimento de mim mesma e do mundo que me assombrou e me fez mergulhar em profundezas obscuras de onde saí para uma luz de ouro. Era o encontro do eu com o eu. A solidão é um luxo.”

    Abraços meninas, até o próximo programa!

    P.s.: queria muito abordar um pouco sobre alienação parental também, visto que sofri um caso similar ao da Ciça, que, gostaria de salientar, destroçou psicologicamente com meu pai, e foi um tema explorado nas minhas aulas de psicologia aplicada ao direito, mas vou deixar para depois, quando o final do período acabar e eu tiver mais tempo! hahah

  • Ai eu te pergunto: E quando o abuso vem de 2 mulheres que você nem conhece? Que usam o poder sedutor dos mamilos para aprisionar os ouvintes todas as semanas? Parabéns gurias, por conseguirem abusar dos meus ouvidos e da minha mente mais uma vez, sem que eu percebesse.

  • carlos

    Fui apresentado aos Mamilos ouvindo o episódio do AntiCast
    sobre preconceito no mundo Nerd, mas como estava fazendo maratona de outros
    podcasts acabei demorando um pouco para ouvi-lo, agora após ouvir alguns
    episódios, gostaria de expor como a minha experiência foi agradavelmente tranquila!

    É muito bom ver pautas complexas serem expostas de forma
    adulta, informativa, com calma, sem interrupções, com educação para com os
    convidados e aos ouvintes. E isso coloca os Mamilos entre meus programas
    favoritos agora, para ser ouvido antes de dormir.

    Antes de dormir??? Sim, porque muitos podcasts eu ouço
    durante o dia enquanto faço alguma outra tarefa, entre trajetos, mas o Mamilos
    é tão especial que merece o horário nobre, o meu horário nobre, quando paro de
    fazer coisas paralelas e posso ouvir um podcast sem outras distrações podendo refletir
    o tema junto com os participantes de forma tranquila, porque nessa hora a última
    coisa que eu preciso é alguém gritando na minha caixa de som, impondo opiniões
    de forma agressiva e imperativa.

    Parabéns Meninas por esse belo projeto que informa, diverte
    e reforma o modo como lemos as notícias. Como lemos os preconceitos que temos.

    Gostaria de tecer muitos elogios mais, porém as palavras me
    escapam, para resumir o que faltou escrever eu lhes envio um Abraço e um
    Obrigado.

  • Beatriz

    Aquela sensação mamileira de quando nesta semana a pauta “está dada”… e aí me saem mais notícias bombásticas e parece que não cabe tudo num episódio. Já aguardando ansiosamente pelo próximo! E olha que este último foi incrível, obrigada :}

  • Jefferson

    Não vou mentir não, soh fui ouvir o cast ontem, e normalmente o mamilos é o primeiro pod que escuto dos vários podcasts de sexta feira que eu tenho aqui. Estava com medo depois de ver o tema, escutar e me decepcionar, sabe qd vc gosta bastante de alguma coisa e não quer se decepcionar? Então.

    Meu medo era justamente o cast ser aquela coisa que a gente está acostumado, o malvado homem opressor.(Como alguns comentários que li por aqui.)

    Bom e pra minha infelicidade em ter demorado tanto e pra minha felicidade de ter ouvido, que cast meninas meus parabéns, mais uma vez levo um tapa na cara em ter duvidado da qualidade do mamilos.

    E por fim Ciça Maia, que convidada sensacional, e essa foi a unica parte ruim do pod da semana, queria escutar a Ciça fando por mais 5 ou mais horas.