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Elon Musk deve apresentar chip que conecta cérebro e smartphone na próxima sexta-feira

Projeto é comandado pela startup Neuralink e pretende usar dispositivos de IA implantados no corpo humano para ajudar pessoas em casos específicos, como na recuperação de lesões físicas e motoras

por Soraia Alves

No ano passadoElon Musk anunciou o desenvolvimento de chips com inteligência artificial capazes de conectar o cérebro a smartphones e computadores. O projeto é comandado pela Neuralink, startup de neurotecnologia do próprio Musk. Agora, a Neuralink anunciou um evento online para a próxima sexta-feira, 28/08, no qual pretende mostrar as novidades da empresa e, embora a apresentação do chip não tenha sido confirmada, Musk tem feito várias postagens sobre o assunto em seu perfil do Twitter, ressaltando que o tema deve ser o foco da live.

Elon Musk já falou várias vezes sobre o uso de dispositivos de IA implantados no corpo humano, que seriam usados para ajudar pessoas em casos específicos, como na recuperação de lesões físicas e motoras. Por isso, uma de suas empreitadas se tornou o desenvolvimento do tal chip. A ideia é simples: um dispositivo que permite às pessoas controlar smartphones ou computadores com a mente.

Embora a Neuralink ainda não tenha anunciado por onde será feita a transmissão do evento (provavelmente pelo canal da empresa no YouTube), Musk chegou a dizer que a live trará uma “atualização do progresso” do projeto. Em seguida, o empresário deu mais detalhes sobre o que será mostrado, dizendo que atualização incluirá a apresentação de um robô projetado para conectar a tecnologia da empresa ao cérebro, e uma demonstração de neurônios “disparando em tempo real”, embora não esteja claro exatamente como tudo isso vai ser.

O projeto Neuralink é ambicioso, mas nem toda a comunidade científica está convencida de que ele é bom. De acordo com a psicóloga cognitiva Susan Schneider, em um editorial para o Financial Times, o projeto pode significar um “suicídio para a mente humana”. Muitos cientistas também alertaram sobre a eficácia desses dispositivos ainda estar longe de ser comprovada.

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