Lolla

No lineup do Lollapalooza 2017, a tecnologia deu show

Do ingresso cashless à transmissão 360º

por Silvia Guerra

Nem só de selfies, instastories, snapchats e WhatsApp se fez o festival. A sexta edição do Lollapalooza Brasil também mostrou que a música e tecnologia seguem em um mesmo ritmo. Claro que o público usou e abusou dos smartphones para compartilhar o máximo de fotos e vídeos, e o sinal de internet no Autódromo de Interlagos não deixou a desejar.

Mas uma das principais inovações desta edição foi o sistema de ingresso cashless para facilitar as compras no Lollapalooza. Em uma parceria com a AXE, o ingresso-pulseira funcionava de um jeito bem prático: era só registrar o código no site, ativar a pulseira e fazer uma carga de dinheiro para usar no festival. E pronto. Para pagar, bastava encostar duas vezes no leitor ótico. A entrada no festival também se fazia desse jeito, encostando a pulseira nos sensores da entrada. Havia postos de recarga, caso o crédito acabasse.

Esse sistema foi desenvolvido principalmente para oferecer mais segurança e evitar o uso de dinheiro, cartões etc no festival. Além disso, a tecnologia do AXE Lolla Cashless é certificada pelo banco – Commom Criteria EAL3 +. Os dados cadastrados eram criptografas com um mínimo de 256 bits e nenhuma outra informação era armazenada.

Outra inovação foi a transmissão com câmeras 360º nos principais palcos. O Multishow e o Canal Bis, que fizeram a transmissão do festival, levaram essa tecnologia oferecendo ao telespectador diferentes ângulos para conferir os shows. No palco, trˆs câmeras Black Magic 4k com 185º de abertura de lente deram ao pessoal de casa a chance de ver uma imagem muito mais ampla. No primeiro dia, foram cerca de 200 mil visualizações, sendo 6 mil simultâneas.

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