A frieza do comprovante de transferência está com os dias contados. O Banco do Brasil decidiu oficializar o hábito nacional de usar o Pix como presente de última hora, criando uma “embalagem” digital para o dinheiro que você envia.
Por que importa: O Pix matou o dinheiro físico, mas levou junto a cerimônia de entregar uma nota dentro de um envelope (ou cartão). Ao “produtizar” a transferência entre pessoas (P2P), o BB tenta devolver a camada emocional ao ato financeiro e, estrategicamente, abre caminho para monetizar um serviço que o consumidor brasileiro se acostumou a ter de graça.
Como funciona: A nova funcionalidade, criada com a agência Lew’Lara\TBWA, permite anexar uma arte e uma mensagem à transferência.
O serviço é gratuito no Natal, mas custará R$ 0,99 em 2026.
A gratuidade inicial é a isca clássica de adoção de produto. O BB está testando a elasticidade do consumidor: será que pagamos quase 1 real para não parecer desleixados? Se funcionar, o banco cria uma nova linha de receita baseada puramente em estética e conveniência social, sem mexer na gratuidade regulatória da transação em si.
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