Campanha #MarcasAliadas já tem 15 empresas envolvidas

Campanha #MarcasAliadas já tem 15 empresas envolvidas

Dinheiro da campanha será doado para projetos especiais em 4 ONGs que atuam em prol da comunidade LGBT+

por Soraia Alves

A campanha #MarcasAliadas ganhou um belo reforço e agora conta com 15 empresas envolvidas. A iniciativa liderada pela Skol para este mês de junho, incentiva grandes marcas a mostrarem seu apoio à causa LGBTQ+.

Ao todo, Skol e outras 15 empresas de diversos segmentos se juntaram, arrecadando doações que serão divididas entre quatro instituições: Casinha, Todxs e os coletivos Não Desculpo e Transformação. O montante é suficiente para manter as parceiras por cerca de um ano.

Entre as marcas que se juntaram recentemente ao projeto estão Dotz, Leroy Merlin, Olla e Vivo. Anteriormente, Burger King, BIS, Trident, quem disse, berenice?, AccorHotels, Bradesco, GNT, Itaú, Mercado Livre, Next e Vult também já haviam aderido à campanha.

Patrocinadora da Parada do Orgulho LGBT+ em São Paulo, pelo terceiro ano consecutivo, a Skol fez a convocação no início do mês e recebeu pedidos de marcas pela internet até o último dia 28 de junho, o Dia Internacional do Orgulho LGBT+.

O dinheiro arrecadado já tem destino certo nas instituições. Para a Casinha, do Rio de Janeiro, a doação deve ser usada para viabilizar o aluguel de um espaço físico para a ONG, e que receberá pessoas da comunidade LGBT+ em situação de vulnerabilidade. A TODXS, por sua vez, vai usar o investimento para pilotar um projeto voltado para mudar o cenário de inclusão nas escolas públicas do país, além de uma pesquisa a nível nacional para direcionar o país para melhores políticas públicas assim como outros projetos que usam de tecnologia e inovação para impactar o Brasil em alta escala.

Já o coletivo Não Desculpo, um espaço de acolhimento, troca de informações e experiências entre mulheres LBT, pretende criar uma rede de profissionais que trabalham com psicologia, psicanálise e psiquiatria para atender essas mulheres que sofreram ou sofrem algum tipo de violência.

Por fim o Transformação, que promove educação e cultura para pessoas transgêneras, travestis e não binárias em aulas no centro de São Paulo pretende expandir sua capacidade de atendimento, levando educação para mais pessoas.

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