Publieditorial 12 nov 2010

* Criando uma campanha para a JWT, opa, para o Mario no Caboré *

Pelo quinto ano consecutivo, a JWT tem um representante na disputa pelo Caboré. Desta vez, quem concorre é o Mario D’Andrea, Presidente e Chief Creative Officer da JWT Brasil, como Profissional de Criação. O problema Recebida a

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Pelo quinto ano consecutivo, a JWT tem um representante na disputa pelo Caboré. Desta vez, quem concorre é o Mario D’Andrea, Presidente e Chief Creative Officer da JWT Brasil, como Profissional de Criação.

O problema
Recebida a notícia da indicação, muita alegria e comemoração. Logo depois, a realidade: era hora de fazer mais uma campanha para o Caboré.

A ideia
A tentação de criar uma campanha em estilo propaganda política era grande; afinal, tínhamos um candidato que precisava de votos, nada mais óbvio. Mas talvez óbvio demais. Apresentar o Mario? O cara já é figurinha carimbada no mercado. Criar empatia com ele pra quê? Não é concurso de Miss Simpatia, certo? Então, por que não vender de cara a agência? Contar como a JWT mudou nos últimos 5 anos, falar dos seus prêmios, mostrar cases e, no finalzinho, pedir voto para quem foi tão importante para que tudo isso acontecesse.

A estratégia

A campanha do Mario no Caboré virou, então, uma campanha da JWT no Caboré. Fomos atrás de anúncios, entrevistas e videocases que já tínhamos feito para divulgar conquistas da JWT em outras ocasiões. A ideia era “reciclar” estes materiais, mantendo as informações sobre a agência e inserindo, de última hora e sem sutileza nenhuma, o Mario. Assim nasceu a campanha “Ih, tinha que pedir voto pro Mario no Caboré”.

A marca
A gente queria que ficasse bem claro que o Mario era um intruso nas peças da JWT. Sua presença deveria causar estranhamento mas ser bastante notada. Demos uma cara de estêncil ao logo, remetendo a cartazes de rua. Nos aproveitamos também de uma característica bem marcante do nosso candidato: sua cabeça careca e simpática.

A campanha
Veja como ficou um dos anúncios. Foi originalmente veiculado nas principais mídias do mercado publicitário e voltou com a nova proposta.

Em entrevistas com outros diretores da agência, o Mario aparece toscamente, deixando claro que a campanha pega carona em materiais que já estavam prontos.

Na campanha online, as peças trazem outros profissionais da JWT falando sobre a agência.

O site
Para juntar tudo isso na internet, queríamos um ambiente ativo, que as pessoas achassem interessante e visitassem mais de uma vez. Então, resolvemos nos aproveitar de um meio onde (praticamente) todo o mundo publicitário se encontra: o Facebook. Toda semana a página recebe novas entrevistas e vídeos contando sobre as campanhas de sucesso da JWT em 2010.

O resultado
Enquanto o dia da premiação não chega, os resultados que temos são os comentários, visualizações, “likes” e “shares” da nossa campanha na página “Ih, tinha que pedir voto pro Mario no Caboré”. Confira a popularidade do nosso candidato e, principalmente, o trabalho da JWT em www.facebook.com/votopromario.

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[Esse post é trazido a você pela JWT. Texto de responsabilidade do anunciante.]
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