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Novo modo do YouTube permite que pais controlem acesso de adolescentes

Novidade vai entrar em fase de testes e traz três filtros de permissões diferentes

por Matheus Fiore

O YouTube anunciou nesta quarta (24) que está desenvolvendo um novo modo para seu aplicativo e site, que permite aos pais controlar o que seus filhos adolescentes consomem na maior plataforma de vídeos da internet. A empresa que pertence ao Google está prestes a lançar um beta, que será estudado durante um período de testes.

A novidade permitirá que os pais controlem o que os filhos podem assistir, bem como limitar a postagem de comentários e de vídeos. Pelo aplicativo Family Link, vários usuários do Google já utilizam o controle familiar para crianças. Agora, porém, o foco é em jovens mais velhos – pois, claro, há conteúdos que são impróprios para crianças, e há conteúdos que são impróprios para crianças e adolescentes.

O recurso permitirá que os pais selecionem um entre três níveis diferentes de controle. São eles: Explore: para crianças prontas para abandonar o YouTube Kids e conhecer novos conteúdos, focado em jovens a partir de 9 anos, com acesso a vlogs, tutoriais, vídeos de games, clipes musicais, conteúdo educacional e notícias; Explore More: com um conteúdo mais voltado para jovens a partir dos 13 anos de idade, com acesso a mais conteúdo e podendo acessar transmissões ao vivo; Most of YouTube: nessa opção, os adolescentes terão acesso a quase tudo que está no YouTube, com exceção de vídeos com restrição de idade – como vídeos que possuem assuntos sensíveis e que podem ser inapropriados para menores de idade.

Inicialmente, o YouTube realizará testes com pais que possuem filhos abaixo da idade do consentimento para serviços online, que nos Estados Unidos, é 13 anos. Em cada país, o processo será diferente, seguindo as legislações locais. O YouTube Kids estreou em 2015, e ajudava os pais a controlar o acesso de filhos de 4 a 12 anos. Era esperado que, com o tempo, o YouTube fizesse um recurso destinado a outro público pelas óbvias diferenças de demandas entre o público infantil e o público adolescente.

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