Cultura 31 mai 2019

Studio Ghibli vai construir parque de diversões temático no Japão

Estúdio já confirmou áreas baseadas em “Princesa Mononoke” e “O Castelo Animado”, além de lançamento para 2022

Studio Ghibli vai construir parque de diversões temático no Japão
Studio-Ghibli

Os estúdios de Hollywood já há décadas tem fama por construírem parques temáticos luxuosos e baseados nos seus principais sucessos, mas agora uma companhia do outro lado do mundo resolveu seguir este caminho. Ninguém  mais que o Studio Ghibli, casa de animações celebradas como "Meu Amigo Totoro" e "A Viagem de Chihiro" vai construir um parque para chamar de seu.

Lançado em parceria com a prefeitura da cidade de Aichi e o jornal Chunich Shimbun, o projeto do estúdio japonês será desenvolvido dentro do Parque Comemorativo da Expo 2005 Aichi, um monumento criado em homenagem e em cima do local onde foi realizada a feira mundial de mesmo nome há catorze anos na região, que em 185 dias atraiu mais de 22 milhões de visitantes. De acordo com o produtor da Ghibli Toshio Suzuki, o prefeito Hideaki Omura e o CEO da publicação Uichiro Oshima, o parque será aberto em 2022 e receberá uma expansão já no ano seguinte. A região é próxima da cidade de Nagoya.

O parque da Ghibli será composto de cinco áreas baseadas em filmes distintos do estúdio, incluindo dois filmes de Hayao Miyazaki: "O Castelo Animado" (que será a inspiração para o portal de entrada do local) e "Princesa Mononoke". É o filho do lendário cineasta, Goro Miyazaki, que estaria envolvido diretamente com o desenvolvimento das áreas e dos brinquedos, porém, com o diretor mais envolvido emocionalmente com o projeto - ele está produzindo um novo filme neste momento, afinal.

Ainda não foram divulgadas quais serão os outros filmes do estúdio que serão homenageados nas atrações, mas o parque já conta com as duas artes conceituais oficiais abaixo:

Esta é mais uma ação comercial importante para o estúdio de animação, que apesar de extremamente consagrado na indústria por seus inegáveis valores artísticos lidou nos últimos anos com crises econômicas graves - incluindo aí o quase fechamento de portas em 2014.

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Pedro Strazza

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