Além do Feed 16 ago 2026

O cliente tem a marca que ele merece

Instagram trocou a cursiva, Stanley reescreveu o catálogo pro chatbot e o "GTA da Coca" completou 20 anos

O cliente tem a marca que ele merece
Os estudos do novo wordmark, com as anotações à mão de quem desenhou
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Além do Feed

Por Carlos Merigo · 16 ago 2026

Estudos manuscritos sobre o wordmark do Instagram

Os estudos do novo wordmark, com as anotações à mão de quem desenhou: “melhorar o espaço negativo”, “menos quebras”, “isso poderia ser mais grosso”. A mão que saiu do logotipo é a mesma que escreveu as instruções para tirá-la (imagem: Meta).

Você abriu o Instagram esta semana e sentiu que alguma coisa estava diferente sem que desse pra dizer exatamente o quê? Bom, isso só caso você já não tivesse visto algum dos milhares de posts analisando a mudança. Na hora de um rebranding, todo mundo vira especialista em design.

O aplicativo mudou o logo na quinta-feira. Só o nome escrito, aquele lettering cursivo — o ícone colorido continua igual. É a primeira mexida em dez anos, e foi o suficiente pra internet brigar por três dias: “instagzam”, muito “modinha”, “pra que?”, “não dá leitura”, “perdeu identidade”, “não gostei!!!”.

Duas histórias desta edição são sobre isso: marcas ajustando a própria forma para agradar quem lê. Acontece que quem lê, cada vez mais, é uma máquina.

No caminho: a Stanley, aquela dos copos, reorganizando a empresa inteira para ser recomendada por chatbot, e os vinte anos do comercial em que a Coca-Cola fingiu ser um GTA sem pedir licença para a Rockstar. No fim, o que a mesa do Braincast mandou você ver, ouvir e ler nesta semana.

Nessa edição

01  O novo logotipo do Instagram

02  A Stanley quer ser recomendada por um chatbot

03  20 anos do “GTA da Coca-Cola”

04  Braincast 645: o cinema voltou?

05  Casa do Dragão e A Última Casa nos Cinemáticos

06  O chão do YouTube, as bets na Rouanet e a marca d’água do Claude

07  Qual é a boa? Cinco indicações da mesa