Rede social com toque de recolher
Meta aceita limite diário, marcas querem convencer o chatbot e a repercussão do trailer de GTA VI na Netflix

A promessa de 2018: Zuckerberg diante das comissões que reuniam 44 senadores, prometendo reformas de privacidade. Oito anos depois, parte das reformas chegou por acordo judicial (imagem: Stephen Voss/CNN)
À meia-noite, Instagram e Facebook vão fechar para adolescentes nos Estados Unidos. Não completamente: mensagens continuam disponíveis e os pais podem mudar parte das regras. Mas os feeds e as principais áreas de consumo entram numa espécie de toque de recolher até as seis da manhã.
Durante anos, limite de tempo foi aquele recurso de bem-estar que a plataforma escondia nas configurações e deixava cada família decidir se queria usar. Eu mesmo cansei de recomendar o Family Link, do Google, que oferece boas opções para controlar o tempo de tela dos meus filhos. Agora, a funcionalidade até então opcional virou cláusula de um acordo judicial que pode superar US$ 17 bilhões.
Essa é a abertura da edição. Depois, tem um novo entregável entrando no briefing dos creators: publicar conteúdo capaz de convencer não apenas pessoas, mas o chatbot que vai responder a elas. E volto ao GTA VI na Netflix, que exibiu o Extended Look prometido: 27 minutos de publicidade tratados como estreia de catálogo, apresentando ao assinante um produto feito para tirá-lo dali por muito mais tempo.
No bloco rápido: o palavrão que virou adblock no Pinterest, o botão do Spotify que assustou a indústria de podcast, anúncios no Apple Maps e a carteira de influencer de bet que o Conar ainda precisa inventar.
Nessa edição
01 A rede social ganhou horário para fechar
02 O novo publieditorial quer virar fonte do chatbot
03 A Netflix estreou seu concorrente de 80 horas
04 A arte de fazer perguntas difíceis · Braincast 647
05 Akira e O Túmulo dos Vagalumes voltaram ao cinema
06 Também passou pelo feed
07 Qual é a boa?


