Brasil 1 jun 2026

Antes do tri, tinha o golzinho de chinelo: Havaianas e Netflix voltam a 1962

Co-criação Netlix Brasil e GALERIA.ag, comecial apoia a estreia da minissérie “Brasil 70” e ambienta o futebol de rua no ano de fundação da marca

Antes do tri, tinha o golzinho de chinelo: Havaianas e Netflix voltam a 1962
Havaianas Netflix Brasil 70

Todo brasileiro já marcou um gol com um par de chinelo fazendo as vezes de trave. Bom, pelo menos aqueles que já tiveram a felicidade de jogar uma pelada na infância. A Havaianas pega esse gesto e o leva de volta a 1962, pro campinho de rua onde, na leitura do filme, os meninos que batiam bola viravam os craques que trariam o tri oito anos depois.

O filme se chama Golzinho, e é uma cocriação Netflix Brasil e GALERIA.ag para apoiar a estreia de Brasil 70 – A Saga do Tri, minissérie sobre a Seleção campeã no México. Produção da Stink, com direção de Douglas B.

O craft está na viagem no tempo. Em vez de mostrar a taça erguida no México, o filme recua oito anos e fica nas ruas, campinhos e praias. A glória de 70 não aparece, de propósito. O Golzinho prefere o começo: 1962, ano em que a marca foi criada, e o talento ainda em forma de brincadeira. É a parte da história que a Havaianas pode chamar de sua, porque o troféu pertence ao time, mas a origem, quem sabe, pertence ao chão.

Até o famoso gol que Pelé não fez entra como um dos detalhes desse cenário. Afinal, quem já jogou futebol com chinelo de trave conhece bem o debate acalorado do valeu ou não valeu.

"Desde 1962, inspirando o jeito brasileiro de jogar" é a assinatura da campanha.

É o segundo movimento da Havaianas nesta temporada de Copa, os dois assinados pela GALERIA.ag. Há poucas semanas veio o Molho Brasileiro, campanha global com Vini Jr. de embaixador. Agora, a collab com a Netflix, que também já vem de longa data com coleções temática, como de Stranger Things, por exemplo.

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Carlos Merigo

Carlos Merigo

Fundador do B9, host do Braincast e Cinemático. Escreve sobre mídia, publicidade e cultura digital há mais de 20 anos (geralmente tentando entender o hype antes que ele vire PowerPoint).

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