Antes do tri, tinha o golzinho de chinelo: Havaianas e Netflix voltam a 1962
Co-criação Netlix Brasil e GALERIA.ag, comecial apoia a estreia da minissérie “Brasil 70” e ambienta o futebol de rua no ano de fundação da marca

Todo brasileiro já marcou um gol com um par de chinelo fazendo as vezes de trave. Bom, pelo menos aqueles que já tiveram a felicidade de jogar uma pelada na infância. A Havaianas pega esse gesto e o leva de volta a 1962, pro campinho de rua onde, na leitura do filme, os meninos que batiam bola viravam os craques que trariam o tri oito anos depois.
O filme se chama Golzinho, e é uma cocriação Netflix Brasil e GALERIA.ag para apoiar a estreia de Brasil 70 – A Saga do Tri, minissérie sobre a Seleção campeã no México. Produção da Stink, com direção de Douglas B.
O craft está na viagem no tempo. Em vez de mostrar a taça erguida no México, o filme recua oito anos e fica nas ruas, campinhos e praias. A glória de 70 não aparece, de propósito. O Golzinho prefere o começo: 1962, ano em que a marca foi criada, e o talento ainda em forma de brincadeira. É a parte da história que a Havaianas pode chamar de sua, porque o troféu pertence ao time, mas a origem, quem sabe, pertence ao chão.
Até o famoso gol que Pelé não fez entra como um dos detalhes desse cenário. Afinal, quem já jogou futebol com chinelo de trave conhece bem o debate acalorado do valeu ou não valeu.
"Desde 1962, inspirando o jeito brasileiro de jogar" é a assinatura da campanha.
É o segundo movimento da Havaianas nesta temporada de Copa, os dois assinados pela GALERIA.ag. Há poucas semanas veio o Molho Brasileiro, campanha global com Vini Jr. de embaixador. Agora, a collab com a Netflix, que também já vem de longa data com coleções temática, como de Stranger Things, por exemplo.



Aberto a membros do B9. Crie sua conta grátis para participar.